Mostrar mensagens com a etiqueta Biodiversidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Biodiversidade. Mostrar todas as mensagens

domingo, 15 de setembro de 2013

Investigação: as plantas também comunicam entre si

foto: mclameiras

Publicado em 03 de Agosto de 2013.
(GREENSAVERS)
 
"Um novo estudo conduzido por David Johnson, da Universidade de Aberdeen, na Escócia, descobriu que as plantas comunicam umas com as outras através do solo. A pesquisa mostra que as plantas, quando infetadas por certas doenças, alertam as outras nas proximidades para que ativem os genes de defesa. A peça-chave da comunicação é um fungo do solo que atua como mensageiro.
O fungo do solo e determinadas plantas criaram uma relação de simbiose – as plantas fornecem alimento e o fungo fornece minerais. Mas descobriu-se agora que a relação não fica por aqui – o fungo também cria hifas fúngicas, estabelecendo uma rede no solo que liga as várias plantas e desempenha o papel de mensageiro entre elas.
Em 2010, uma equipa de investigadores chineses descobriu que a planta de tomate, quando infetada por uma praga nas folhas, é capaz de alertar os outros tomateiros próximos do perigo."
ler mais aqui

terça-feira, 19 de março de 2013

INVASORAS - espécie em destaque

Mimosa Acacia dealbata











" Tendo como objectivo sensibilizar e educar a população para proteger os habitats nativos e áreas de produção florestal e agrícola, a Universidade de Coimbra em parceria com o Politécnico da mesma cidade, o Centro de Ecologia Funcional e o Ciência Viva criaram o site «invasoras.uc.pt». "
Cienciahoje

Consulte
 http://invasoras.uc.pt/

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

ALERTA -A processionária chegou aos pinheiros da Zarco

NÃO DEVE TOCAR

 

"A processionária ou lagarta-do-pinheiro é uma praga florestal que, para além de causar danos importantes em matas de coníferas, pode causar intoxicações severas em humanos e animais domésticos através do contacto com os seus pêlos urticantes."

 O que é a processionária ou lagarta-do-pinheiro?

Os pinheiros e cedros servem de hospedeiros a uma lagarta da família Thaumetopoidea, género Thaumetopoea, e espécie Thaumetopoea pityocampa, que causa por vezes grandes danos em vastas áreas florestais, sendo por muitos considerada o agente mais destrutivo dos pinhais a seguir aos incêndios.

Lagarta-do-pinheiro ou processionária

Os seus efeitos nefastos não se restringem a estas espécies florestais mas a muitas espécies animais que com ela contactam. No seu habitat natural, as raposas, os ginetes e os texugos são muitas vezes afectados por este ser rastejante. Cavalos, ovelhas e porcos são também surpreendidos durante a pastagem, bem como diversas espécies de aves que, na procura de alimento, são afectadas por esta lagarta.
 Na fauna doméstica, o cão e o gato são objecto de consulta veterinária frequente pelos efeitos alérgicos que a processionária neles provoca.
 
O ciclo de vida da processionária

Ciclo de vida da Thaumetopoea pityocampa
 
O seu ciclo de vida compreende diversas fases ao logo de todo o ano, algumas delas inofensivas para os seres acabados de referir. A lagarta propriamente dita eclode dos ovos depositados nas copas dos pinheiros em meados de Setembro. A partir daqui vai sofrer uma evolução constante até ao estádio em que, pela sua constituição anatómica e fisiológica, é capaz de desencadear reacções alérgicas em muitos dos seres vivos que com ela contactam. Toda esta evolução ocorre em cinco fases, sendo a partir da terceira (em meados de Novembro) que lagartas provenientes de diversas posturas constroem o seu ninho de resistência capaz de enfrentar o frio do Inverno que se avizinha
 

Ninho de processionária na copa do hospedeiro
 
É então que, desde meados de Fevereiro até fins de Maio (com oscilações provocadas pelas condições climatéricas), as lagartas descem das copas das árvores hospedeiras até ao solo, em procissão (daí o nome comum de processionária) normalmente liderada por uma fêmea.
Nesta altura, a processionária tem o corpo dividido em pequenos segmentos, cada um dos quais com milhares de pêlos urticantes de coloração alaranjada que se vão libertando à medida que a larva se move. São estes pêlos que, quando em contacto com a pele, mucosas e olhos provocam a reacção alérgica tão indesejada.

Deslocação das larvas em procissão

Terminada a procissão, as lagartas dão início à fase subterrânea do seu desenvolvimento, enterrando-se a alguns centímetros de profundidade do solo. Em climas frios, estas procuram as zonas banhadas de sol enquanto que em climas quentes preferem as zonas sombrias. Aqui evoluem para o estádio de pupa ou crisálida que, desde finais de Junho até Agosto sofrem uma metamorfose originando as borboletas (insecto adulto) que acasalam entre si. As fêmeas depositam os seus ovos nas copas dos pinheiros, fechando assim o seu ciclo biológico.

...

Métodos de controlo da processionária
 
Como MAIS VALE PREVENIR QUE REMEDIAR, é importante saber quais as medidas de erradicação desta praga e como fugir aos seus efeitos. O conhecimento do ciclo biológico da lagarta do pinheiro é a base das medidas profiláticas a tomar.
Durante os dois primeiros estádios larvares, antes de se formar a lagarta capaz de provocar reacções alérgicas (estádio 3), os métodos de destruição químicos são os mais eficazes. Este objectivo pode ser conseguido provocando a morte das larvas de estádio 1 e 2 ou impedindo a evolução destas últimas para o estádio 3. Seja qual for a opção, a maior preocupação é escolher o produto eficaz e de baixa toxicidade para o Homem, fauna e flora envolventes. No nosso mercado existem dois grupos de produtos que preenchem estes requisitos. São eles os compostos de diflubenzurão (inibidores do crescimento das larvas 2) e os compostos de Bacillus thuringiensis (insecticidas das lagartas 1 e 2). A aplicação de produtos químicos com recurso a meios aéreos deve ser comunicada com pelo menos oito dias de antecedência às direcções Regionais de Agricultura e Delegações Regionais de Saúde (Lei nº 10/93, de 6 de Abril).
Aquando da formação dos ninhos pelas larvas estádio 3 (meados de Novembro), a medida mais eficaz é a destruição dos mesmos sendo queimados ou esmagados no solo.
 
Na altura da procissão das lagartas (de Fevereiro a Maio), é recomendado fazer a sua destruição mecânica criando uma espécie de armadilha no tronco do pinheiro, que consiste numa cinta de plástico com cerca de 1 metro embebida em cola inodora (à base de poli-isolbutadieno). As que escaparam a este método podem ser capturadas no chão (enquanto rastejam) ou desenterradas do solo (a cerca de centímetro e meio de profundidade) com o auxílio de algum instrumento de jardinagem adequado e posteriormente esmagadas ou queimadas.
 
Qualquer um dos métodos de combate a esta praga florestal exige o máximo de cuidado por parte de quem o pratica. É indispensável o uso de luvas, vestuário apropriado para protecção de todo o corpo, máscara de protecção para nariz e boca. Há que seguir à risca as instruções de manuseamento e utilização de cada produto.
 
Pelo que ficou dito: Em zonas florestais onde a lagarta do pinheiro é hóspede, deve evitar-se o passeio ou a pastagem dos animais bem como a aproximação das crianças, principalmente na Primavera. Em caso de contacto com a processionária, o tratamento médico ou médico-veterinário é urgente! "
 
Artigo completo aqui : Naturlink
 

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Lince-Ibérico



Lince-Ibérico
www.linceprateado.com.sapo.PT
 
  Nascimento e crescimento de uma ninhada de Linces captados em vídeo
 
"O mais ameaçado gato do mundo parece ter futuro, afinal. No Centro de Recuperação em Cativeiro do Lince-Ibérico, em Silves, nasceram este ano 17 crias, elevando para 33 o número de animais na herdade algarvia. Os bichos estão agora a ser treinados para conseguirem sobreviver na natureza, quando for altura de os soltar."

VEJA O VÍDEO, captado no Centro de Recuperação em Cativeiro do Lince-Ibérico, em Silves




domingo, 9 de setembro de 2012

Populações da borboleta azul são identificadas em Vila Real

Maculinea alcon (borboleta azul)
2012-09-05
CienciaHoje
 
A monitorização realizada pela equipa de investigadores da UTAD ao longo de toda a Primavera e Verão revelaram sinais positivos na defesa da borboleta azul, apesar do receio sentido pela instabilidade climática que se fez sentir desde Setembro do ano passado e que tem vindo a marcar todo o ano de 2012.
... 
“Apesar de ainda ser prematuro pronunciarmo-nos sobre a viabilidade dessas novas populações, é significativo constatar a sua existência e poder traçar estratégias que permitam a sua fixação e estabilidade, limitando desta forma os riscos de desaparecimento da espécie” ...

notícia completa aqui

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Alforreca perigosa fecha praias da Costa

Sol, 24de Agosto 2012
 
Uma criança de cinco anos foi levada para o hospital após contacto com uma caravela portuguesa, na praia Morena, na Costa da Caparica. Esta é uma espécie de alforreca com tentáculos que podem atingir os 15 metros e que em contacto com a pele provoca uma forte reacção alérgica.

Caravela portuguesa (Physalia physalis)
Rara, mas perigosa

Em causa esteve o organismo conhecido por caravela portuguesa (Physalia physalis), que apesar do nome não costuma estar em águas lusas.
A caravela portuguesa é «uma das alforrecas mais perigosas que existem, mas raramente aparecem na costa continental portuguesa», conta ao SOL Carlos Sousa Reis, especialista em biologia marinha.
De acordo com o biólogo, esta espécie é constituída por uma estrutura emersa em forma de vela, de cor azulada e apresenta alguma transparência, à qual estão ligados tentáculos, que podem chegar aos 15 metros. Estão cobertos por milhares de células que possuem substâncias irritantes que em contacto com a pele libertam «veneno», que provoca dores intensas e imediatas.
Saiba o que fazer
Em caso de contacto físico, Carlos Reis deixa alguns conselhos. «Deve colocar-se compressas de água do mar e vinagre para alíviar a dor. Não se deve utilizar água doce ou álcool, provocam o aumento da libertação do veneno, também não convém esfregar a área atingida».
O manuseamento deste tipo de espécie marinha deve ser feito de «forma indirecta, evitando qualquer contacto directo», mesmo quando se encontrem no areal, pois «a toxina permanece activa ainda que o animal fique exposto ao sol várias horas», realça o especialista.
notícia completa aqui
 

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Reacção em cadeia leva a morte de corais

 Equipa internacional descobre passos que levam a destruição de recifes
2012-05-23
Miriam Weber mediu as concentrações de oxigénio. <br> (Crédito: C. Lott/HYDRA Institute/Max Planck)
Miriam Weber mediu as concentrações de oxigénio.
(Crédito: C. Lott/HYDRA Institute/Max Planck)
A depleção de oxigénio e a acidez do meio ambiente criam uma reacção em cadeia que leva à morte dos corais. Investigadores do Max Planck Institute para a Microbiologia Marinha, em Brema (Alemanha) em colaboração com colegas australianos, italianos e do Sultanado de Omã estudaram como é que estes animais marinhos morrem quando expostos à sedimentação.
A formação de recifes de corais de pedra cobre a superfície das regiões tropicais costeiras, a 30 graus do Sul e Norte do Equador. Os pólipos de coral constroem os esqueletos de carbonato que se formam nos recifes há centenas a milhares de anos. A fotossíntese das algas simbióticas dentro dos pólipos produz oxigénio e carbo-hidratos de dióxido de carbono e água, alimentando-os ao mesmo tempo.
Desde os anos 80 que o processo de descoloração está em estudo: temperaturas elevadas de um para três graus induzem as algas a produzir toxinas. Os pólipos reagem expelindo as algas e o recife de corais vai perdendo a cor, tal como se fosse branqueado. Sem uma relação simbiótica o coral apenas sobrevive algumas semanas.
continua...
Cienciahoje _Notícia completa

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Convivência ameaçada

Cegonhas foram transferidas para postes situados fora da A25

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Reforçada a protecção do lince-ibérico


Na Península Ibérica existem entre 84 e 143 linces ibéricos adultos


Pintura - J.Prata

«Estradas de Portugal» reforça protecção do lince-ibérico - Empresa envolvida em vários projectos ambientais

2010-11-08

Por Carla Sofia Flores


A Associação para a Conservação do Lince-ibérico e desenvolvimento dos seus territórios (IBERLINX) conta agora com a parceria da Estradas de Portugal (EP), que pretende “contribuir para a reintrodução e conservação do lince ibérico e dos territórios onde se incluem os seus habitats e populações”, explicou ao Ciência Hoje Ana Cristina Martins, directora do Gabinete de Ambiente da empresa.
Segundo esta responsável, a integração da EP na IBERLINX vai dar azo ao desenvolvimento de medidas que contribuam para a minimização da probabilidade de atropelamento de linces nas estradas e do efeito-barreira causado por estas infra-estruturas.
continua...
CienciaHoje


sábado, 15 de maio de 2010

Governos não conseguiram travar perda de biodiversidade

ONU alerta para consequências do não cumprimento dos objectivos propostos na Cimeira Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável

CienciaHoje
2010-05-11


Relatório da ONU foi ontem apresentado
O objectivo estabelecido em 2002, na Cimeira Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável (Joanesburgo), para que até 2010 houvesse uma redução significativa da taxa de perda de biodiversidade a nível mundial, regional e nacional não foi cumprida.
Esta é a conclusão apresentada agora pela Organização das Nações Unidas (ONU) no seu terceiro relatório sobre a diversidade biológica.

O relatório «Perspectiva Mundial sobre a Diversidade Ecológica» (GBO-3) foi dado a conhecer ontem em Nairobi por Achim Steiner, director do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). Sublinha-se aqui a falta de cumprimento por parte dos governos dos requisitos que garantam um desenvolvimento sustentável.

O conceito de «biodiversidade» definiu-se na Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) como “a variedade de organismos vivos de qualquer origem, incluindo os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos, bem como os complexos ecológicos de que fazem parte. Isto inclui ainda a diversidade dentro de cada espécie, entre as espécies e nos ecossistemas”.

A CDB é uma das três «Convenções do Rio» que surgiram na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, conhecida também como Cimeira da Terra, realizada no Rio de Janeiro, em 1992. Esta convenção entrou em vigor no final de 1993 com o objectivo de “promover a conservação da biodiversidade, a utilização sustentável dos seus componentes e a participação justa e equitativa nos benefícios que derivassem da utilização dos seus recursos”.


Em 2002, em Joanesburgo, os governos comprometeram-se a promover até 2010 uma redução significativa do ritmo da perda de biodiversidade, bem como a contribuir para a redução da pobreza.

Numerosos recursos estão ameaçados devido à perda de biodiversidade

O relatório alerta para o incumprimento por parte dos governos e para as possíveis consequências se esta tendência não se inverter. Pode ler-se que “o fornecimento de alimentos, de medicamentos, de água potável, bem como a polinização das culturas e a protecção contra as catástrofes naturais estão ameaçados pela destruição da biodiversidade”.

“É necessário levar a cabo acções urgentes para reduzir as causas directas da perda de biodiversidade”, defende. Como medidas concretas para travar o processo, o GBO-3 propõe a “utilização de incentivos de mercado e o fim de subsídios perversos, a fim de minimizar o uso insustentável dos recursos”.

Afirma também que a planificação estratégica do uso da terra e das águas traz benefícios a longo prazo apesar dos custos económicos imediatos. O relatório adverte que “a incerteza científica sobre as ligações específicas entre a biodiversidade, o bem-estar humano e o funcionamento dos ecossistemas não deve ser uma desculpa para a falta de acção”.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Concurso Europeu de Jovens Cientistas


O Concurso Europeu de Jovens Cientistas arranca sexta-feira em Paris
2009-09-11
Por Lusa

Borboleta-monarca: tema de estudo de dois alunos

... “Em princípio, a espécie não corre perigo de explosão demográfica na área porque tem predadores, uma ave papa-moscas, e tem um ciclo de vida diferente, cá é sedentária e reproduz-se todo o ano”, aponta Francisco. ...

Gaivotas com bactérias multiresistentes a antibióticos


Estudo do ICBAS alerta para perigo da saúde pública
2009-09-07


As gaivotas que frequentam a orla costeira do Porto e Matosinhos são portadoras de bactérias resistentes a vários antibióticos, alguns dos quais de terceira geração, usados apenas para o tratamento de infecções graves. Esta foi uma das principais conclusões de um estudo científico liderado por investigadores do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS) e que alerta para um eventual problema de saúde pública, uma vez que existe o perigo real de contágio humano.
CienciaHoje

quarta-feira, 17 de junho de 2009

«Sea Life Porto»

Visita guiada ao Sea Life Porto


Oceanário abre as portas esta segunda-feira
- 2009-06-14 Por Filinto Melo

O Ciência Hoje visitou quinta-feira o Sea Life do Porto. A azáfama com a preparação do espaço e a preparação da chegada de grande parte dos animais, entre os quais os tubarões, era evidente. Cá fora, sacos de “sal du mer” empilhados nas traseiras eram um dos elementos que provava ser uma obra diferente a que se montava a partir daquele estaleiro. A quatro dias da abertura, dificilmente daria para perceber como o espaço seria por dentro, embora já se projectasse como seria a ligação do Sea Life, dentro de um a dois anos, ao Parque da Cidade ali ao lado – um parque cujo arquitecto queria, curiosamente, que acabasse no mar.

Uma possível visita guiada ao oceanário que hoje abre as portas.

cienciahoje

sexta-feira, 22 de maio de 2009

"Biodiversidade_Porquê preocuparmo-nos com ela?"







Pernilongos + Pernas vermelhas ...com o Porto em fundo...
Foto de http://www.flickr.com/photos/pratadosreis/3521094513/
#
Preservar a diversidade biológica não é simplesmente um ideal romântico de almas bem intencionadas, é uma necessidade premente. Conheça algumas das razões que fazem com que o futuro da Humanidade dependa disso.
...
continua....
Artigo muito interessante aqui na Naturlink