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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Ei-los que partem...


Ei-los Que Partem

Ei-los que partem
novos e velhos
buscando a sorte
noutras paragens
noutras aragens
entre outros povos
ei-los que partem
velhos e novos

Ei-los que partem
de olhos molhados
coração triste
e a saca às costas
esperança em riste
sonhos dourados
ei-los que partem
de olhos molhados

Virão um dia
ricos ou não
contando histórias
de lá de longe
onde o suor
se fez em pão
virão um dia
ou não

(Manuel Freire)

...Há quanto tempo!...Conseguiu pôr toda a gente a falar de si,e, principalmente, do problema que afeta muitas pessoas, sim, mais uma pessoa e não mais um número (Gostei!...)

Entendo que foi uma decisão difícil mas estou certa que vai ter muitos aspetos positivos. Vai tudo correr bem. Onde quer que esteja, o Pedro vai fazer a diferença. Parabéns pela coragem! E só me resta desejar-lhe muitas FELICIDADES.
Um abraço, mclameiras
(como mudou o e-mail estou a tentar chegar por aqui...)

terça-feira, 11 de outubro de 2011

“Fomos feitos para cantar e dançar”



«Música de Colo» desenvolve linguagem comum entre adultos e crianças

CienciaHoje
2011-10-10

Por Susana Lage (texto e fotos)

A música é uma arte que pode ser abordada de forma científica para avançar no conhecimento. Sobre o quê? Sobre a construção da comunicação, por exemplo.
Este é um dos objectivos da «Música de Colo», uma actividade do Laboratório de Música e Comunicação para a Infância (LAMCI), em Lisboa.
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Na «Música de Colo», o objectivo é "proporcionar à criança momentos ricos da cultura musical envolvente”, afirma Helena Rodrigues, directora do LAMCI. No entanto, para a psicóloga, “as questões que se colocam neste ambiente são importantes para o plano de investigação”.

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Segundo a investigadora, a psicologia tem muita informação sobre a aquisição da linguagem e das competências sociais mas “a competência musical é praticamente ignorada nos manuais de psicologia”. Há estudos sobre o desenvolvimento musical mas estes “não constam dos tratados de pediatria”. Talvez não seja por acaso que as crianças pré-verbais reagem de maneira participativa nas actividades musicais. “Se calhar esta competência musical é estruturante em relação a outras”, propõe.


Compensação social

Na sociedade de hoje “faltam oportunidades das pessoas estarem juntas com os seus bebés e de partilharem mais a parentalidade”, refere Helena Rodrigues. Enquanto os adultos passam maior parte do dia no trabalho, as crianças são deixadas nas creches. Ao fim do dia pouco tempo resta para mais do que cuidar da higiene dos filhos, alimentá-los e pô-los a dormir.
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Estas sessões da «Música de Colo» são um pouco “uma compensação social” pois é uma “oportunidade que as pessoas têm para estarem relaxadas com os filhos e com outros pais”, afirma a psicóloga.

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