Mostrar mensagens com a etiqueta Cancro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cancro. Mostrar todas as mensagens

sábado, 23 de maio de 2015

Verniz para unhas tem químicos tóxicos que podem causar cancro e infertilidade

 
Os químicos presentes nos vernizes para as unhas são tóxicos e podem afetar a nossa saúde, de acordo com um relatório escrito pela professora Thu Quach, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e do Instituto de Prevenção de Cancro da Califórnia.

domingo, 14 de setembro de 2014

O sorriso da esperança!

Sucesso no tratamento de tumores ósseos em crianças superior a 70 por cento

Sucesso no tratamento de tumores ósseos em crianças superior a 70 por cento

O tratamento de tumores ósseos malignos em crianças apresenta hoje, em Portugal, uma taxa de sucesso na casa dos 73 por cento, disse o diretor do serviço de ortopedia Pediátrica do Centro Hospital e Universitário de Coimbra (CHUC).
notícia completa aqui

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Mecanismo imunitário envolvido no cancro dos ovários

"Uma equipa de investigadores do Instituto de Medicina Molecular de Lisboa descobriu, numa experiência com ratinhos, que determinados glóbulos brancos, que protegem o organismo de infeções, também ajudam no desenvolvimento de cancro do ovário."

Bruno Silva-Santos, que lidera a equipa, explicou à agência Lusa que "a interação entre dois tipos de células do grupo dos glóbulos brancos" - os linfócitos T gama-delta e os macrófagos peritoneais - "promove o crescimento do cancro do ovário".
O investigador esclareceu que os linfócitos T gama-delta produzem uma molécula, a interleucina-17, que "vai recrutar" os macrófagos e "levá-los para o sítio do tumor", causando a formação de vasos sanguíneos que "vão fornecer alimentos ao tumor, que cresce mais depressa".
O coordenador do grupo de trabalho, do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, adiantou que o que o tumor faz é "raptar o mecanismo protetor" dos linfócitos T gama-delta e dos macrófagos peritoneais contra infeções e "usá-lo a seu favor".
Os linfócitos T gama-delta e os macrófagos peritoneais são considerados "muito importantes" para a proteção natural do corpo contra microrganismos, em particular fungos e bactérias.
O que acontece, segundo Bruno Silva-Santos, é que a resposta do organismo "é aproveitada pelo tumor para favorecer o seu crescimento".
Por isso, assinalou, basta extrair do organismo os linfócitos T gama-delta ou a molécula interleucina-17 para travar a progressão do tumor...


Artigo relacionado(?):


Fonte:http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3888704/
Figura 2- Pro-versus anti-tumoral effects of Th17 lymphocytes and the cytokines they produce on cancer development. Th17 lymphocytes produce cytokines which may promote or impair tumor development. Depending on the microenvironment Th17 may differentiate into Th1 or hybrid lymphocytes capable of controlling tumor growth or into protumoral Treg. IDO: indoleamine 2,3-dioxygenase.


terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Dia Mundial da Luta contra o Cancro

saiba tudo aqui
O Dia Mundial do Cancro (4 de Fevereiro) é uma iniciativa da UICC (União Internacional de Controlo do Cancro) numa tentativa de criar oportunidade de nos fazermos ouvir, focando diversas temáticas ligadas à doença oncológica.
 
Por que é importante o Dia Mundial do Cancro?
 
Simplesmente porque a incidência de cancro tende a aumentar. Todos os anos, cerca de 8 milhões de pessoas morrem de cancro e muitas destas mortes podem ser evitadas com maior apoio governamental e financiamento para programas de deteção, prevenção e tratamento. A menos que sejam tomadas medidas urgentes para aumentar a conscientização sobre o cancro e desenvolver estratégias práticas para lidar com a doença, milhões de pessoas vão continuar a morrer. Estima-se que o número de casos de cancro e mortes relacionadas a nível mundial venha a duplicar nos próximos 20-40 anos, especialmente nos países em desenvolvimento, os menos equipados para lidar com o impacto social e económico da doença.
 
http://www.ligacontracancro.pt/gca/index.php?id=411

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Tabagismo foi responsável pela morte de 29 pessoas por dia em 2012

Primeiro estudo a associar tabaco ao cancro do pulmão foi publicado há 50 anos

"Tabaqueiras tinham conseguido negar sempre trabalhos anteriores, até que o relatório de 1964 do médico Luther Terry, também ele fumador, veio tornar o tema um assunto de saúde pública."
publico.pt/
  

Terapia genética conseguiu travar cancro da mama em ratinhos

Tratamento aplicado nos animais de laboratório reverteu progressão das células cancerosas do tecido mamário. Investigadores querem tentar aplicar técnica em humanos.

www.publico.pt/

Uma equipa de investigadores da Faculdade Médica de Harvard, em Boston, nos Estados Unidos, silenciou a actividade de um gene em células do tecido mamário de ratinhos, que é importante para o desenvolvimento do cancro da mama. Estas células estavam a percorrer o caminho para se tornarem cancerosas, mas a terapia genética conseguiu reverter o processo e normalizá-las. Publicada na revista Science Translational Medicine, a descoberta poderá vir a ser aplicada no combate ao cancro da mama.
...
Os investigadores escolheram uma abordagem genética, através da utilização do chamado “ARN de interferência”. Esta técnica trava a actividade genética nas células. A informação contida nos genes, que estão inseridos nas longas cadeias de ADN, é o molde inicial para se produzirem proteínas. Para isso, a maquinaria celular começa por passar a informação do ADN para o ARN – uma molécula que pode navegar à vontade na célula –, e finalmente traduz a informação contida na molécula de ARN nos aminoácidos que formam as proteínas. O ARN de interferência está concebido para se ligar ao ARN mensageiro que foi transcrito a partir do ADN, impedindo-o assim de ser traduzido na proteína.
ler mais aqui

sábado, 27 de julho de 2013

Portugueses desvendam causa da imortalidade em tumores


fonte: http://www.boasnoticias.sapo.pt/noticias
Uma equipa de cientistas portugueses afirma que a imortalidade das células tumorais está diretamente relacionada com "uma região inexplorada do genoma". A conclusão é de um estudo desenvolvido por investigadores do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP).

A explicação vem, assim, dar resposta a uma questão que era há muito colocada pelos especialistas relativamente à capacidade de as células tumorais de dividirem, de forma ilimitada.
Continua

Segundo a especialista, há uma região do gene Telomerase, nunca antes explorada, onde uma 'enzima chave' no processo de divisão das células tumorais apresenta mutações comuns a diferentes tipos de cancro.
"As alterações no gene da Telomerase são frequentes e estão associadas ao aumento dos níveis desta enzima nos tumores", sublinha.

Sexta-feira, 26 de Julho de 2013


ler notícia completa aqui

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Vai chegar o Verão!


MELANOMA

"O melanoma é causado mais frequentemente pela exposição intensa às radiações ultra-violetas (escaldões e solários) que desencadeiam mutações genéticas nas células transformando-as em malignas.

Se tratados a tempo são curáveis, se não, são muito resistentes à terapêutica espalhando-se pelo organismo (metástases) e conduzindo à morte.

O ABCDE DO MELANOMA
O risco de ter melanoma relaciona-se com o número de sinais; qualquer pessoa com mais de cem sinais tem um risco acrescido de desenvolver este cancro.

Este código destina-se a explicar às pessoas de forma simples o que devem valorizar nos seus sinais. Quando um, e basta um, dos fatores alterados deve procurar-se um dermatologista.

A- ASSIMETRIA: Traçando uma linha pelo maior eixo do sinal, existe assimetria se as duas partes não são iguais.
B- BORDO: O bordo de um melanoma é geralmente pouco definido ou irregular, espiculado ou com reentrâncias.
C- COR: Existe na mesma lesão uma variedade de cores ou de tons diferentes da mesma cor.
D- DIÂMETRO: Habitualmente os melanomas tem um diâmetro maior que 6 mm, embora haja muios que são menores.
E- EVOLUÇÃO: Este “E” é de evolução e não de espessura.

Qualquer modificação nos parâmetros anteriores, ou qualquer queixa de novo, como hemorragia, comichão ou formação de crosta implica avaliação médica urgente."

ler artigo completo aqui
(CienciaHoje)
PROTEJA-SE!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Vírus geneticamente modificado "mata" cancro

 11 de fevereiro de 2013
saude.sapo.pt

Um vírus geneticamente modificado testado em 30 doentes em fase terminal de cancro do fígado prolongou significativamente as suas vidas, matando os tumores existentes e impedindo o crescimento de novos, informaram cientistas.

“Pela primeira vez na história da medicina demonstrámos que um vírus geneticamente manipulado pode melhorar a sobrevivência de doentes com cancro”, disse no domingo David Kirn, co-autor do estudo internacional, à agência France Presse.
Os 16 doentes que receberam uma dose elevada da terapia sobreviveram em média 14,1 meses, contra 6,7 meses dos 14 restantes pacientes que receberam uma dose mais baixa.
O ensaio durante quatro semanas com a vacina Pexa-Vec ou JX-594, divulgado na revista Nature Medicine, pode representar um progresso no tratamento de tumores sólidos avançados.

“Apesar dos avanços no tratamento do cancro nos últimos 30 anos, com quimioterapia e biológicos, a maioria dos tumores sólidos continuam incuráveis depois de metastizarem (se espalharem para outros órgãos)”, escreveram os autores do estudo.

O Pexa-Vec “foi concebido para se multiplicar e subsequentemente destruir as células cancerosas, ao mesmo tempo que torna o sistema imunitário dos doentes também capaz de as atacar”, disse Kirn, da empresa de bioterapia Jennerex com sede na Califórnia.
“Os resultados demonstraram que o tratamento Pexa-Vec, com ambas as doses, resultou na redução do tamanho do tumor e na diminuição do fluxo sanguíneo para os tumores”, informou a Jennerex num comunicado, adiantando que os dados mostram igualmente que “o tratamento induziu uma resposta imune contra o tumor”.

notícia integral aqui:
http://saude.sapo.pt/noticias/saude-medicina/virus-geneticamente-modificado-mata-cancro.html

ler a mesma notícia aqui: CienciaHoje Vírus geneticamente modificado salva doentes em fase terminal - Pexa-Vec destrói células cancerígenas

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Os novos tratamentos contra o cancro


 Ler aqui: Revista Notícias Magazine
por Célia Rosa Fotografia de Leonel de Castro/Global Imagens

"Individualizados, direcionados para cada tipo de tumor, mais eficazes e menos tóxicos. Com os novos tratamentos. os doentes vivem mais anos e têm melhor qualidade de vida. Na véspera do Dia Mundial da Luta contra o Cancro, que se assinala amanhã, eis as principais novidades no controlo da doença.

Médicos e investigadores estão de acordo: vamos ter mais doentes com cancro mas vamos tratá-los cada vez mais cedo e melhor, curando a doença ou mantendo-a sob controlo. A esperança está nas chamadas terapias dirigidas: medicamentos e outras substâncias que têm como alvo alterações específicas das células malignas e que agem bloqueando o seu crescimento e impedindo a disseminação do cancro.
...

Prof. Sobrinho Simões (IPATIMUP)

Manuel Sobrinho Simões, médico, investigador e presidente do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (Ipatimup) também é cauteloso: «Para já, as novas abordagens destinam-se a tratar pessoas com doença avançada, em segunda e terceira linha, pois ninguém se arrisca a dizer que vai abandonar o que funciona bem e oferece excelentes resultados, como a cirurgia e a radioterapia, para passar a tratar tudo com medicamentos biológicos. Sei que funcionam muito bem nos ratinhos injetados com cancros humanos, que crescem e são muito parecidos com os nossos, mas quando se experimenta no homem não é a mesma coisa, tirando meia dúzia de exceções», afirma o professor."

«Medicamento-maravilha»

Uma dessas exceções chama-se Imatinib, é um inibidor da tirosina cinase e revolucionou o tratamento da leucemia mielóide crónica (LMC). Manuel Abecasis, hematologista e diretor da unidade de transplante de medula do IPO de Lisboa, diz que a sua descoberta «foi o avanço mais espetacular» de que tem memória. «A LMC era a doença que mais transplantávamos e, hoje, quase que desapareceu das estatísticas da transplantação. Foi possível transformar uma doença fatal após um período de quatro ou cinco anos (se não fizesse entretanto um transplante) numa doença crónica, controlada com um comprimido diário, quase sem efeitos secundários, oferendo aos doentes a possibilidade de uma vida normal, semelhante à de qualquer outra pessoa, durante muitos anos. A eficácia do Imatinib surpreendeu a maior parte dos médicos e, em pouco tempo, passou a ser usado em primeira linha no tratamento da LMC», afirma Manuel Abecasis.


O Imatinib, um medicamento da Novartis, nasceu da investigação de mecanismos moleculares da LMC (uma translocação entre os cromossomas 9 e 22, levando a um cromossoma 22 mais pequeno, o chamado cromossoma-de-filadélfia) e foi pensado e desenhado em laboratório para atuar especificamente na anomalia genética que força as células tumorais a dividirem-se sem cessar. Resultado: mudou a história natural da doença. A revista Time deu-lhe uma capa e chamou-lhe «medicamento-maravilha».

Tiro ao alvo
...
O HER2, explica José Carlos Machado, investigador do Ipatimup, «é um alvo anticancro muito específico - o medicamento une-se às proteínas HER2 e impede o crescimento das células cancerígenas e ajuda o sistema imunitário a destruí-las. Como só atua nas células malignas, causa menos efeitos secundários do que os medicamentos de quimioterapia, que também afetam as células saudáveis».

Drogas que atuam exclusivamente nas células tumorais e, por isso, com menos efeitos secundários são o paradigma dos tratamentos-alvo e o Imatinib e o Trastuzumab são apenas duas das substâncias entre as várias que entretanto surgiram e que atuam diretamente nos mecanismos dos tumores. Alguns tipos de cancro, só alguns, da mama, cólon e reto, pulmão, rim, melanoma, próstata, cérebro e certas leucemias beneficiam hoje do tratamento deste tipo de medicamentos.

Remédios que fazem a diferença

Das dezenas de medicamentos dirigidos aprovados nos últimos anos, há pelo menos três que ficarão nos anais da história da oncologia.

Imatinib (Glivec, Novartis) - A molécula que revolucionou o tratamento da leucemia mieloide crónica (LMC), que era uma doença quase sempre fatal. Desde 2002 que é usado como primeira escolha e transformou a LMC numa doença que não impede uma vida longa.

Trastuzumab (Herceptin, Roche) - anticorpo monoclonal usado no tratamento de mulheres com cancro da mama HER2+. Recentemente, passou a ter indicações para uso no tratamento do cancro do estômago metastizada HER2+, mas não tem tão bons resultados.

Rituximab (MabThera, Roche) - O primeiro medicamento dirigido que foi aprovado. É um anticorpo monoclonal utilizado para tratar linfomas das células B e leucemia linfócita crónica (também é usado no tratamento da artrite reumatoide).

O PROMISSOR

Vemurafenib (Zelboraf, Roche) - Foi recentemente aprovado e é uma esperança para o tratamento de adultos com melanoma, com mutação no gene BRAF, e desde que o tumor não possa ser removido cirurgicamente ou se já estiver metastizado. O melanoma é um dos tumores mais agressivos e, em princípio, esta droga retarda ou para o desenvolvimento do tumor.
 continua

Ler artigo completo

Alguns marcos históricos


1846 - Uso da anestesia geral (vaporizador rudimentar com éter e inalador) abre portas à moderna cirurgia do cancro.
1880 (década) - Mastectomia radical (remoção de toda a mama, nódulos linfáticos e músculos do peito). Cirurgia agressiva e desfigurante para «cortar o cancro pela raiz.» A ideia de arrancar o cancro do corpo vingou e foi usada nas operações a outros órgãos.
1903 - Primeira utilização da radiação no tratamento do cancro, cinco anos depois de Marie Curie ter descoberto os raios X.
1943 - Introdução da citologia, inventada por George Papanicolaou, permitiu reduzir drasticamente a mortalidade associada ao cancro do colo do útero.
1947 - Pela primeira vez foi documentada a remissão de uma leucemia numa criança de 4 anos
1949 - A FDA aprovou a primeira droga quimioterapêutica, desenvolvida a partir do gás mostarda.
1950/60 - Estudos demonstraram que o consumo de tabaco está na origem do cancro do pulmão. Primeiras campanhas antitabágicas nos EUA.
1965 - Um novo regime de quimioterapia designada por MOPP (combinando quatro diferentes drogas) consegue curar metade dos doentes afetados com linfoma Hodgkin.
1971 - No cancro da mama inicial, a mastectomia deixou de ser tão invasiva e passou a preservar os músculos do peito.
1975-76 - Quimioterapia adjuvante (depois da cirurgia) aumenta as taxas de sucesso no tratamento do cancro da mama em fase inicial.
1977 - Um novo tratamento, combinando várias drogas, demonstra eficácia em setenta por cento dos doentes com cancro do testículo em estado avançado.
1970 (final da década) - Uso crescente da mamografia e implementação de programas de rastreio do cancro da mama. Em meados dos anos 1980, cerca de um terço das mulheres americanas com mais de 40 anos já tinham feito um exame.
1981 - FDA aprova a vacina contra o vírus da hepatite B, que provoca cancro do fígado.
1982 - Nova técnica cirúrgica (excisão mesoretal total) evita colostomias em muitos doentes com cancro coloretal.
1986 - Confirmação de que o fumo passivo pode provocar cancro. Aprovação do tamoxifeno para tratamento do cancro da mama positivo para os recetores dos estrogénios. OMS cria recomendações terapêuticas para tratamento da dor oncológica.
1990 (início) - Cirurgia laparoscópica passa a ser usada em oncologia (rim, próstata, cólon e reto). Radioterapia tridimensional (localização e imagens dos tumores e órgãos em 3D) aumenta a precisão, a segurança e a eficácia do tratamento.
1991 - Introdução de novos medicamentos que reduzem os efeitos secundários graves da quimioterapia.
970/90 - Confirma-se que a exposição prolongada ao sol aumenta o risco de desenvolver melanoma.
1997 - FDA aprova o primeiro medicamento dirigido - o Rituximab.
1990 (final da década) - Confirma-se que mulheres com mutação nos genes BRCA1 e BRCA2 têm maior risco de desenvolver cancro da mama e dos ovários e têm indicação para cirurgia profilática. Radioterapia de intensidade modulada - maior precisão e preservação dos tecidos envolventes permite.
1998 - Tamoxifeno passa a ser usado para prevenir recidivas do cancro da mama hereditário (alteração genes BRCA1 e BRCA2). Quimioterapia neoadjuvante (antes da cirurgia) reduz tamanho dos tumores e aumenta as cirurgias conservadoras da mama.
1998/2006 - Investigado e aprovado o Trastuzumab, o primeiro medicamento dirigido para tratamento de cancro da mama HER2+.
2001 - Aprovação do Imatinib, para tratamento da leucemia mieloide crónica e, com um intervalo de semanas, para tratamento do tumor GIST, um tumor gastrointestinal.
2003 - Cientistas concluíram a descodificação do genoma humano.
2003/2010 - Aprovados medicamentos-alvo para tratamento de alguns tipos de cancros do pulmão, ovário, rim, cérebro, cólon, reto, melanoma.
2004 - Aprovação do primeiro medicamento antiangiogénico, o bevacizumab.
2005 - Começa o Projeto de Genoma do Cancro.
2006 - Aprovada a vacina contra os vírus do papiloma humano, que estão na origem de setenta por cento dos tumores colo do útero
2012 - Novos medicamentos dirigidos para o cancro da mama HER2+.

Nota: Adaptado da American Society of Clinical Oncology (ASCO) - http://www.asco.org/

Extraído de http://www.dn.pt/revistas/nm/interior.aspx?content_id=3027336

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Novos compostos podem inibir o crescimento dos tumores

Foto



"Projecto da Uminho, FMUP e IPB melhora o combate às metástases"

2013-01-29
CienciaHoje


Um projecto multidisciplinar que engloba três instituições de I&D (Investigação e desenvolvimento) está a desenvolver novos compostos para ensaios clínicos e posterior aplicação como fármacos antitumorais e/ou antiangiogénicos.

A investigação é coordenada por Maria João Queiroz na área da química orgânica, da Universidade do Minho (UMinho) e articulado com contributos da química computacional do Instituto Politécnico de Bragança e da biologia celular e molecular da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.

A angiogénese tumoral é o processo de vascularização que permite o fornecimento de oxigénio e nutrientes às células tumorais. A proposta deste projecto aponta para a síntese de novos compostos que inibam a angiogénese e a progressão dos tumores. Maria João Queiroz frisa que a investigação “centra-se na inibição de receptores membranares de factores de crescimento celular, de tirosina cinase, envolvidos no crescimento e diferenciação tanto de células tumorais como de células endoteliais”.

continua aqui

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Restringir a ingestão de calorias traduz-se em menos cancro

Estudo do Centro Nacional de Investigações Oncológicas espanhol está publicado na «PLOS ONE»


2013-01-29
CienciaHoje

Uma dieta com muitas calorias encurta o tamanho dos telómeros mais rapidamente

Através de uma experiência com ratinhos de laboratório, uma equipa de cientistas do Centro Nacional de Investigações Oncológicas espanhol (CNIO) conseguiu perceber em que medida a restrição calórica – ingestão de poucas calorias – é benéfica para a saúde.

Na experiência, os ratinhos foram seguidos ao longo de toda a sua vida (a partir dos três meses). Os que ingeriam menos 40 por cento de calorias tiveram menos problemas oncológicos e viveram mais tempo. Liderado por María Blasco, o estudo está publicado na «PLOS ONE».



A justificação está nos telómeros, parte do DNA que fica nos extremos dos cromossomas e que se vai encurtando a cada divisão celular. Estas estruturas estão relacionadas com o envelhecimento e com o cancro. A culpa dessa deterioração não é só o tempo mas também a digestão.
 ler aqui

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Cancro da mama tem pelo menos 50 mutações genéticas

 DN Ciência

No cancro da mama intervêm pelo menos 50 mutações genéticas, cujo conhecimento poderá aumentar a eficácia dos tratamentos atuais, revela um estudo internacional publicado hoje na revista Nature.
Uma equipa de investigadores sequenciou o exoma - uma parte minúscula do genoma que contém a informação necessária para a produção de proteínas - de 103 tumores de doentes do México e do Vietname, bem como o genoma completo de outros 22 casos de cancro da mama, e comparou os resultados com amostras de tecidos sãos.
continua aqui

20 de junho de 2012

@Lusa

Obesidade e Cancro da mama

Obesidade pode estar relacionada com a expansão do cancro da mama


Cancro de mama é o mais comum entre as mulheres









 

 

SAPO Saúde (24 de janeiro de 2013)

Uma proteína presente nas células de gordura alia-se às células cancerígenas do cancro da mama e protege-as, contribuindo para o alastramento do tumor, conclui um estudo norte-americano.

O relatório da Universidade do Texas, concluído em outubro de 2012 e agora divulgado, corroborou a ligação entre a progressão do cancro da mama e a obesidade.

A investigação, realizada em ratinhos de laboratório, revelou que a proteína COL6, presente nas células de gordura, ... continua aqui
...
O cancro da mama é o mais comum entre as mulheres, representando quase 22% dos casos novos anualmente.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Genoma HUmano - Decifrando o Mistério do Cancro

O Filme projetado na aula de hoje dividido em 5 partes (retirado do youtube!!!!)
 (A sugestão veio dos alunos...)

Genoma Humano - Decifrando o Mistério do Câncer .Parte 1 de 5.




Genoma Humano - Decifrando o Mistério do Câncer .Parte 2 de 5.



Genoma Humano - Decifrando o Mistério do Câncer .Parte 3 de 5.
.

Genoma Humano - Decifrando o Mistério do Câncer .Parte 4 de 5.



Genoma Humano - Decifrando o Mistério do Câncer .Parte 5 de 5.


Para saber mais:

Consulta oncogenética (relatório)
... Cerca de uma em cada oito mulheres desenvolve cancro da mama ao longo da sua vida. Na sua maioria são esporádicos e multifactoriais, sendo só cerca de 5% hereditários (erro num gene predisponente ler mais ).


Sobre o cancro neste blog



e sobre  genes
http://osmeusgeneseeu.blogspot.pt/2009/03/viagem-aos-meus-genes_01.html




 

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Parasita Schistosome haematobium associado a cancro da bexiga

Portugueses descobrem mecanismo que leva a cancro da bexiga por infecção parasitária


Estudo permite detectar precocemente doença

2013-01-17
CienciaHoje
 
http://biologiaconcursos.blogspot.pt/2010/05/esquistossomose.html#!/2010/05/esquistossomose.html
Parasita S. haematobium associado a cancro da bexiga
 
Uma equipa do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, no Porto, descobriu o mecanismo que explica a razão que leva a Schistosomose (esquistossomose) ou bilharzíase – uma das mais graves infecções parasitárias do mundo – a causar o cancro da bexiga.
A Schistosomose (Platelminta) infecta 200 milhões de pessoas em 75 países e mata meio milhão por ano, provocando doenças urogenitais severas e cancro da bexiga, mas as razões que levavam a desencadear estes problemas ainda não eram claras. O cancro da bexiga é a doença tumoral mais comum nos países onde o parasita Schistosoma haematobium é endémico. ler mais

sábado, 3 de novembro de 2012

Rastreio do cancro da mama



"O cancro da mama é um problema de saúde pública, apesar de não ser dos mais letais, têm uma alta incidência e uma alta mortalidade, sobretudo na mulher (apenas 1 em cada 100 cancros se desenvolve no homem). Actualmente em Portugal com uma população feminina de 5 milhões, surgem 4.500 novos casos de cancro da mama por ano, ou seja 11 novos casos por dia, morrendo por dia 4 mulheres com esta doença.
Para evitar este estado calamitoso o exame clínico e a mamografia são meios para um diagnóstico precoce.
São conhecidos alguns factores de risco para o cancro da mama, muito associados aos estilos de vida e a características reprodutivas inerentes à vida moderna e ocidentalizada. De notar que há entre 5 a 10% dos cancros da mama diagnosticados que aparentam características genéticas e hereditárias que, caso sejam confirmadas, obrigam a um acompanhamento mais precoce e cuidadoso das familiares. "
continua

domingo, 20 de maio de 2012


A cidade do Porto recebe a sétima edição da Sport Zone Corrida da Mulher. A organização espera juntar pelo menos 15 mil participantes neste evento que ultrapassa o desporto. O objectivo é angariar fundos para a Liga Portuguesa Contra o Cancro e para a campanha do combate ao cancro da mama.
 notícia RTP: aqui