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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Portugal é dos países com maiores avanços em Biotecnologia
Ranking elaborado pela "Scientific American"
CienciaHoje
2011-07-18
Portugal, Espanha, República Checa e Brasil são dos países que registaram maiores avanços na área da biotecnologia, de acordo com um ranking elaborado pela "Scientific American".
O documento apresentado na convenção BIO International, que decorreu em Washington, nos EUA, “reflecte a força, o potencial e os desafios que cada país precisa de superar para melhorar a sua capacidade de inovar na área da biotecnologia”.
"É fascinante ver países que vivem em climas desfavoráveis [em termos de capacidade de inovação], mostrarem um crescimento consistente no nosso índice", afirmou Jeremy Abbate, editor chefe da "Scientific American", ao falar sobre o facto de entre os países com os rankings mais elevados estarem nações como Portugal e Espanha, que actualmente enfrentam fortes desafios económicos e financeiros.
"Alguns dos progressos mais notáveis registam-se em Portugal e Espanha. Estes países têm evoluído consistentemente na sua pontuação geral desde que começamos a elaborar este ranking em 2009", acrescentou.
"No caso de Portugal, a educação e a mão-de-obra [especializada] aumentaram quase 40 por cento desde 2009", sublinhou ainda Jeremy Abbate.
CienciaHoje
2011-07-18
Portugal, Espanha, República Checa e Brasil são dos países que registaram maiores avanços na área da biotecnologia, de acordo com um ranking elaborado pela "Scientific American".
O documento apresentado na convenção BIO International, que decorreu em Washington, nos EUA, “reflecte a força, o potencial e os desafios que cada país precisa de superar para melhorar a sua capacidade de inovar na área da biotecnologia”.
"É fascinante ver países que vivem em climas desfavoráveis [em termos de capacidade de inovação], mostrarem um crescimento consistente no nosso índice", afirmou Jeremy Abbate, editor chefe da "Scientific American", ao falar sobre o facto de entre os países com os rankings mais elevados estarem nações como Portugal e Espanha, que actualmente enfrentam fortes desafios económicos e financeiros.
"Alguns dos progressos mais notáveis registam-se em Portugal e Espanha. Estes países têm evoluído consistentemente na sua pontuação geral desde que começamos a elaborar este ranking em 2009", acrescentou.
"No caso de Portugal, a educação e a mão-de-obra [especializada] aumentaram quase 40 por cento desde 2009", sublinhou ainda Jeremy Abbate.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Enzimas de Restrição e suas aplicações - Técnica do rDNA
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Biotecnologia (vermelha, verde, cinzenta, branca e azul)
O QUE É A BIOTECNOLOGIA?
A biotecnologia faz parte das tecnologias-chave do século XXI. Entende-se por biotecnologia a utilização integrada de ciências da natureza e de engenharia. O objectivo é aproveitar organismos e partes de organismos para o fabrico de produtos ou para a utilização em diferentes processos. A biotecnologia encontra-se dividida por ramos, de acordo com os seus diferentes sectores de utilização.
Destes fazem parte a:
• Biotecnologia vermelha:
Citam-se como saídas profissionais:
* Ensino e educação.
A biotecnologia faz parte das tecnologias-chave do século XXI. Entende-se por biotecnologia a utilização integrada de ciências da natureza e de engenharia. O objectivo é aproveitar organismos e partes de organismos para o fabrico de produtos ou para a utilização em diferentes processos. A biotecnologia encontra-se dividida por ramos, de acordo com os seus diferentes sectores de utilização.Destes fazem parte a:
• Biotecnologia vermelha:
A biotecnologia vermelha (medicina) é considerada a área de utilização mais importante da biotecnologia. Os processos de biotecnologia desempenham um papel cada vez mais importante no desenvolvimento de novos medicamentos (por exemplo para tratamento do cancro). A biotecnologia tem também o maior significado no diagnóstico (chips de DNA, sensores biológicos). Na Áustria, a biotecnologia vermelha goza da maior aceitação, sendo considerada uma tecnologia chave e também um motor de crescimento para muitas outras empresas.
• Biotecnologia verde:
A biotecnologia verde abrange a área de utilização da cultura moderna de plantas. Com recurso aos métodos da biotecnologia são aqui introduzidas resistências direccionadas contra insectos, fungos, vírus e herbicidas. A engenharia genética é particularmente importante para o sector da biotecnologia verde. Esta possibilita transferir determinados genes de uma espécie para outras plantas, permitindo assim desenvolver resistências.
• Biotecnologia cinzenta:
A biotecnologia cinzenta trata o sector da técnica ambiental. Aqui os processos biotecnológicos ajudam no saneamento dos solos, no tratamento das águas residuais, da limpeza de gás e/ou ar residual e no reaproveitamento de lixo residual e/ou desperdícios.
• Biotecnologia branca:
A biotecnologia branca abrange a área de utilização da biotecnologia dentro da indústria química. O objectivo da biotecnologia branca é produzir substâncias tais como o álcool, as vitaminas, os aminoácidos, os antibióticos ou as enzimas de modo compatível com o ambiente e com os recursos.
• Biotecnologia azul:
A biotecnologia azul foca-se na utilização técnica de processos e organismos da biologia marinha. Aqui a concentração incide nos organismos biológicos dos oceanos.
A biotecnologia é utilizada nas seguintes indústrias:
• indústria química e farmacêutica
• indústria alimentar e de estimulantes
• indústria de tratamento de águas, ar e lixo residuais
• estabelecimentos de pesquisa científica e médica
• desenvolvimento, venda e consultoria de aparelhos e instalações de biotecnologia
A Biotecnologia e as suas saídas
A Licenciatura em Biotecnologia concede uma formação transversal de largo espectro que possibilita o acesso ao mercado de trabalho em empresas de base biotecnológica, agro-alimentar, farmacêutica, ambiental, agro-química ou afins.
Os licenciados em Biotecnologia deverão desenvolver uma formação sólida teórica e prática, integrada em diversas temáticas tais como Bioquímica, Química, Biologia, Genética, Engenharia Celular, Bioprocessos (envolvendo Bioreactores e Biosseparações), Matemática e Física, entre outras.
Citam-se como saídas profissionais:
* Empresas de base biotecnológica e bio-indústrias;
* Empresas agro-alimentares;
* Empresas farmacêuticas;
* Empresas ambientais;
* Empresas agro-químicas;
* Empresas de desenvolvimento de enzimas e proteínas industriais;
* Serviços públicos, municípios e outros;
* Desenvolvimento de novas técnicas, processos ou produtos, bem como desempenho de funções técnico-comerciais, ou de garantia da qualidade de produtos ou de processos industriais.
* Laboratórios de análises físico-químicas e biológicas e de fiscalização e controlo de qualidade alimentar e ambiental;* Parques e reservas naturais, viveiros de plantas;
* Centros de investigação, desenvolvimento e transferência de tecnologia;
* Serviços de consultadoria em biotecnologia;
* Desenvolvimento de projectos empresariais.* Ensino e educação.
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Biotecnologia,
U2- Alterações do material genético
sábado, 26 de junho de 2010
Empresa portuguesa no desenvolvimento da primeira vacina conjugada contra a tifóide
2010-06-21
O mundo da biotecnologia constrói-se de passos muito pequenos.
Em Portugal, uma empresa do Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica deu um gigante ao produzir a primeira vacina conjugada contra a febre tifóide. A “inovação científica genuína” da GenIBET foi “construir um processo de fabrico para a vacina em larga escala”, explicou o presidente executivo, António Duarte. Ou seja, passar de uma “escala de dois litros”, no laboratório, para uma “escala de 50 litros”, que permita iniciar a produção industrial de um medicamento.
“Aquilo que funciona na bancada não funciona necessariamente numa escala maior, e se não funciona numa escala maior não há vacina. Se fizéssemos só dois litros de cada vez, não havia maneira de colocar esse produto no mercado. Nem sequer é uma questão de rentabilidade, é uma questão de exequibilidade”, clarificou.
Criada em 2006, a GenIBET centra a sua actividade na produção de biofármacos – medicamentos produzidos por biotecnologia – para ensaios clínicos, permitindo que a investigação laboratorial possa ser testada em humanos no longo processo de ensaios que tem de atravessar um medicamento antes de ser comercializado.
É a única “empresa de biotecnologia farmacêutica em Portugal, com produção de biofármacos que já foram testados em seres humanos com sucesso” e esta capacidade de transformar o produto de investigação laboratorial em material susceptível de ser submetido a ensaios clínicos é, segundo António Duarte, “uma ferramenta incontornável para o desenvolvimento da biotecnologia” no país.
“...A febre tifóide é uma doença infecciosa potencialmente mortal que prevalece nos países e regiões com mau saneamento básico, nomeadamente na Ásia, África, América Central e do Sul. A associação da GenIBET ao desenvolvimento da primeira vacina conjugada contra esta doença que, se for bem sucedida em todos os ensaios clínicos, será única no mercado e passível de ser administrada a crianças, surgiu em 2008, devido a “uma pescadinha de rabo na boca”.
Será única no mercado e passível de ser administrada a crianças
Produção de biofármacos
Nesse ano, a empresa estava em condições de iniciar a produção de biofármacos, mas necessitava de um certificado do Infarmed, a autoridade nacional para os medicamentos, que garantisse o cumprimento de todas as boas práticas de produção.
Porém, “para termos o certificado tínhamos de produzir, e sem termos o certificado não podíamos produzir”, relatou António Duarte. Uma parceria com o Novartis Vaccines Institute for Global Health, um instituto sem fins lucrativos ligado à empresa farmacêutica Novartis, foi a possibilidade de avançar, pegando no antigénio já desenvolvido à escala laboratorial e produzi-lo à escala industrial.
Porém, “para termos o certificado tínhamos de produzir, e sem termos o certificado não podíamos produzir”, relatou António Duarte. Uma parceria com o Novartis Vaccines Institute for Global Health, um instituto sem fins lucrativos ligado à empresa farmacêutica Novartis, foi a possibilidade de avançar, pegando no antigénio já desenvolvido à escala laboratorial e produzi-lo à escala industrial.
“Para o nosso estádio, é [passar] do dia para a noite, nunca ter feito nada nesta área e passar a ter o primeiro biofármaco feito nesta área”, sublinhou o presidente executivo da GenIBET. Porém, ressalvou, em matéria de biotecnologia Portugal está ainda na “fase embrionária”.
"É indubitável que foram feitos avanços” e “começa a haver um fermento muito maior do que havia”, mas “em termos de criarmos valor com investimento próprio na área da biotecnologia e exportarmos biotecnologia estamos a dar os primeiros passos”.
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=43645&op=all#cont
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Palestra "Aplicações da Engenharia Genética na actualidade"
"No dia 21 de Janeiro, realizou-se na Escola Secundária Gonçalves Zarco uma palestra intitulada “Aplicações da Engenharia Genética na actualidade”. Esta actividade foi dinamizada pela Dra. Paula Rendeiro, do Centro de Genética Clínica."
"A sessão decorreu no Anfiteatro da escola os temas abordados foram muito interessantes e com uma apresentação dinâmica, com espaço para a partilha de ideias, permitindo a intervenção dos alunos e colocação das suas dúvidas.
Esta actividade teve como objectivos conhecer procedimentos laboratoriais relativos ao património genético, conhecer as aplicações da engenharia genética actualmente e reconhecer a engenharia genética como área privilegiada de intervenção biotecnológica".
Esta actividade teve como objectivos conhecer procedimentos laboratoriais relativos ao património genético, conhecer as aplicações da engenharia genética actualmente e reconhecer a engenharia genética como área privilegiada de intervenção biotecnológica".
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"As professoras responsáveis agradecem à oradora, e ao Centro de Genética Clínica a disponibilidade para a realização deste evento." Carolina Freire, Celeste Lameiras e Susana Santos
(in Relatório da actividade)
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Plasmídeos_Clonagem _Tecnologia do DNA recombinante
Doc.Areal Editores_Plasmídeo
http://www.profareal.pt/manuaisinteractivos/Manuais%20Virtuais%20Recursos/9342701_v1/aeb12mi_p1_169_b.pdf
Tcnologia do DNA recombinante na produção de insulina humana:
http://www.profareal.pt/manuaisinteractivos/Manuais%20Virtuais%20Recursos/9342701_v1/aeb12mi_p1_169_a.html
domingo, 17 de janeiro de 2010
BIOTECNOLOGIA
Biotecnologia é tecnologia baseada na Biologia, especialmente quando usada na agricultura, ciência dos alimentos e medicina.
A Convenção sobre Diversidade Biológica da ONU possui uma das muitas definições de biotecnologia:[1]
“ "Biotecnologia define-se pelo uso de conhecimentos sobre os processos biológicos e sobre as propriedades dos seres vivos, com o fim de resolver problemas e criar produtos de utilidade." ”
A definição ampla de Biotecnologia é o uso de organismos vivos ou parte deles, para a produção de bens e serviços. Nesta definição se enquadram um conjunto de actividades que o homem vem desenvolvendo há milhares de anos, como a produção de alimentos fermentados (pão, vinho, iogurte, cerveja, e outros). Por outro lado a biotecnologia moderna se considera aquela que faz uso da informação genética, incorporando técnicas de DNA recombinante.
A Biotecnologia combina disciplinas tais como Genética, Biologia Molecular, Bioquímica, Embriologia e Bologia Celular, com a Engenharia Química, Tecnologia da Informação, Robótica, Bioética e o Biodireito, entre outras.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Biotecnologia
A Convenção sobre Diversidade Biológica da ONU possui uma das muitas definições de biotecnologia:[1]
“ "Biotecnologia define-se pelo uso de conhecimentos sobre os processos biológicos e sobre as propriedades dos seres vivos, com o fim de resolver problemas e criar produtos de utilidade." ”
A definição ampla de Biotecnologia é o uso de organismos vivos ou parte deles, para a produção de bens e serviços. Nesta definição se enquadram um conjunto de actividades que o homem vem desenvolvendo há milhares de anos, como a produção de alimentos fermentados (pão, vinho, iogurte, cerveja, e outros). Por outro lado a biotecnologia moderna se considera aquela que faz uso da informação genética, incorporando técnicas de DNA recombinante.
A Biotecnologia combina disciplinas tais como Genética, Biologia Molecular, Bioquímica, Embriologia e Bologia Celular, com a Engenharia Química, Tecnologia da Informação, Robótica, Bioética e o Biodireito, entre outras.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Biotecnologia
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
«Eureka» do DNA foi há 25 anos
Técnicas de impressão e perfil usadas em todo o mundo em ciências forense
2009-09-10
Por Marlene Moura
2009-09-10
Por Marlene Moura
Perfil genético individual
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Biotecnologia,
U2- Alterações do material genético
domingo, 24 de maio de 2009
Biotecnologia na Escola
... a propósito da nossa Visita à Escola Superior de Biotecnologia (U.P.) podem visualizar aqui a Actividade experimental - Extracção de DNA em kiwi.
Os resultados e as explicações ...
Assim que derramamos o etanol gelado no extracto de kiwi começam a notar-se filamentos brancos muito finas de DNA, que se formam na interface entre as duas camadas. Agitando-se o DNA que se formou na camada de etanol, este formará fibras como as de algodão, que aderirão à vareta de vidro.
Por que colocamos o detergente?O detergente presente no champô/liquido da louça ajuda a dissolver a bicamada lipídica que faz parte da membrana plasmática e das membranas dos organelos, incluindo a membrana nuclear.
Por que colocamos o sal (NaCl )?
O cloreto de sódio permite a neutralização da carga negativa conferida ao DNA pelo grupo fosfato (Na+ liga-se ao grupo PO4-). Assim, impede-se a repulsão entre as moléculas de DNA, permitindo a sua agregação de modo a formar filamentos mais espessos e compridos, facilmente visíveis a olho nu. O sal ajuda ainda a manter as proteínas dissolvidas no líquido extraído, impedindo que elas precipitem com o DNA.
Por que colocamos o detergente?O detergente presente no champô/liquido da louça ajuda a dissolver a bicamada lipídica que faz parte da membrana plasmática e das membranas dos organelos, incluindo a membrana nuclear.
Por que colocamos o sal (NaCl )?
O cloreto de sódio permite a neutralização da carga negativa conferida ao DNA pelo grupo fosfato (Na+ liga-se ao grupo PO4-). Assim, impede-se a repulsão entre as moléculas de DNA, permitindo a sua agregação de modo a formar filamentos mais espessos e compridos, facilmente visíveis a olho nu. O sal ajuda ainda a manter as proteínas dissolvidas no líquido extraído, impedindo que elas precipitem com o DNA.
Por que colocamos o etanol?
O ADN não é solúvel em etanol (álcool etílico). Quando as moléculas são solúveis num dado solvente, dispersam-se nesse solvente e não são, portanto, visíveis. Por outro lado, quando as moléculas são insolúveis num dado solvente, agrupam-se, tornando-se visíveis. Quanto mais gelado estiver o álcool, menor é a solubilidade do DNA.
O ADN não é solúvel em etanol (álcool etílico). Quando as moléculas são solúveis num dado solvente, dispersam-se nesse solvente e não são, portanto, visíveis. Por outro lado, quando as moléculas são insolúveis num dado solvente, agrupam-se, tornando-se visíveis. Quanto mais gelado estiver o álcool, menor é a solubilidade do DNA.
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segunda-feira, 30 de março de 2009
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Técnicas de Engenharia Genética _Aplicações



Biotecnologia_técnicas de engenharia genética_consulte aqui e animações no cap.16 de mcgraw-hill e uma animação de electroforese vale a pena abrir

A utilização e introdução no mercado de OGMs é um assunto controverso e que levanta problemas éticos. Apesar das vantagens associadas a estes organismos, o impacto que podem vir a ter sobre o ambiente e a saúde humana é desconhecido e imprevisível
Fonte: Preparar testes_Areal Editores
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Nasceu a primeira menina imunizada contra o cancro da mama

2009-01-09 17:45:59
Londres – Nasceu em Londres a primeira menina geneticamente seleccionada para não ter uma versão alterada do gene BRCA1, a qual pode acarretar um risco de até 80 por cento de desenvolver o cancro da mama ou de ovário.
...
Segundo informação divulgada pela CNN, o diagnóstico ocorreu após um processo de fertilização in vitro: embriões gerados em laboratório pelos pais da menina foram seleccionados, sendo escolhido para implantação no útero apenas o que não apresentava a versão «maligna» do gene.
Em Junho passado, a futura mãe, que então tinha 27 anos, explicou que decidiu recorrer a essa selecção genética porque a sua avó, a sua mãe e a irmã de seu marido tiveram cancro da mama.
«Esta menina não deverá enfrentar o espectro desta forma genética de cancro da mama ou de ovários quando adulta», afirmou Serhal em comunicado, defendendo que como o diagnóstico da alteração genética é feito em embriões com apenas oito células, evita a realização de abortos, caso a anomalia fosse detectada mais tarde ao longo da gestação.
...
ler notícia competa aqui
Animação gene supressor tumoral
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