segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Genes contra a diabetes

 
 
11 de Fevereiro, 2013
por Ricardo Nabais
 
É um importante passo para a cura da diabetes tipo 1, dizem cientistas da Universidade Autónoma de Barcelona.

Uma simples sessão de diversas injecções de dois vectores genéticos é o que basta para curar a diabetes em animais de grande porte, sugere um estudo apresentado por cientistas da Universidade Autónoma de Barcelona (Espanha), que lideram um vasto grupo internacional que experimenta há anos esta opção terapêutica.

O grupo usou agulhas simples – semelhantes às usadas para tratamentos cosméticos – nas patas traseiras de cães que padeciam da doença.
A injecção introduziu-lhes genes com dois objectivos: para expressar os genes da insulina (a substância em falta em qualquer diabético, que a tem de inocular várias vezes por dia) e, por outro lado, para expressar uma enzima que actua como regulador da captação de glicose no sangue.
O resultado superou as expectativas, disse Fàtima Bosch, a coordenadora do grupo catalão, à revista científica Science Daily: «O estudo é a primeira demonstração de cura da diabetes a longo prazo num modelo de animal de grande porte, através da terapia genética».
...
Ao fim de quatro anos, não apresentaram mais sinais da doença. O grupo abriu, assim, uma pequena porta de esperança, que não se vai traduzir já em resultados para seres humanos. Ainda falta fazer os testes em animais de laboratório mais semelhante geneticamente a nós e esperar resultados com igual eficácia.

Ao contrário da diabetes tipo 2 – a que conta maior incidência no mundo –, que geralmente dá sinais em adultos ao longo de uma vida de excessos alimentares, a origem da de tipo 1 é desconhecida, sabendo-se apenas que consiste numa falha do sistema imunológico, que ataca as células do pâncreas que produzem a insulina até esta deixar de ser fabricada ‘naturalmente’ no organismo (daí a insulinodependência deste grupo de diabáticos).

noticia completa aqui
ricardo.nabais@sol.pt



Vírus geneticamente modificado "mata" cancro

 11 de fevereiro de 2013
saude.sapo.pt

Um vírus geneticamente modificado testado em 30 doentes em fase terminal de cancro do fígado prolongou significativamente as suas vidas, matando os tumores existentes e impedindo o crescimento de novos, informaram cientistas.

“Pela primeira vez na história da medicina demonstrámos que um vírus geneticamente manipulado pode melhorar a sobrevivência de doentes com cancro”, disse no domingo David Kirn, co-autor do estudo internacional, à agência France Presse.
Os 16 doentes que receberam uma dose elevada da terapia sobreviveram em média 14,1 meses, contra 6,7 meses dos 14 restantes pacientes que receberam uma dose mais baixa.
O ensaio durante quatro semanas com a vacina Pexa-Vec ou JX-594, divulgado na revista Nature Medicine, pode representar um progresso no tratamento de tumores sólidos avançados.

“Apesar dos avanços no tratamento do cancro nos últimos 30 anos, com quimioterapia e biológicos, a maioria dos tumores sólidos continuam incuráveis depois de metastizarem (se espalharem para outros órgãos)”, escreveram os autores do estudo.

O Pexa-Vec “foi concebido para se multiplicar e subsequentemente destruir as células cancerosas, ao mesmo tempo que torna o sistema imunitário dos doentes também capaz de as atacar”, disse Kirn, da empresa de bioterapia Jennerex com sede na Califórnia.
“Os resultados demonstraram que o tratamento Pexa-Vec, com ambas as doses, resultou na redução do tamanho do tumor e na diminuição do fluxo sanguíneo para os tumores”, informou a Jennerex num comunicado, adiantando que os dados mostram igualmente que “o tratamento induziu uma resposta imune contra o tumor”.

notícia integral aqui:
http://saude.sapo.pt/noticias/saude-medicina/virus-geneticamente-modificado-mata-cancro.html

ler a mesma notícia aqui: CienciaHoje Vírus geneticamente modificado salva doentes em fase terminal - Pexa-Vec destrói células cancerígenas

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

ALERTA -A processionária chegou aos pinheiros da Zarco

NÃO DEVE TOCAR

 

"A processionária ou lagarta-do-pinheiro é uma praga florestal que, para além de causar danos importantes em matas de coníferas, pode causar intoxicações severas em humanos e animais domésticos através do contacto com os seus pêlos urticantes."

 O que é a processionária ou lagarta-do-pinheiro?

Os pinheiros e cedros servem de hospedeiros a uma lagarta da família Thaumetopoidea, género Thaumetopoea, e espécie Thaumetopoea pityocampa, que causa por vezes grandes danos em vastas áreas florestais, sendo por muitos considerada o agente mais destrutivo dos pinhais a seguir aos incêndios.

Lagarta-do-pinheiro ou processionária

Os seus efeitos nefastos não se restringem a estas espécies florestais mas a muitas espécies animais que com ela contactam. No seu habitat natural, as raposas, os ginetes e os texugos são muitas vezes afectados por este ser rastejante. Cavalos, ovelhas e porcos são também surpreendidos durante a pastagem, bem como diversas espécies de aves que, na procura de alimento, são afectadas por esta lagarta.
 Na fauna doméstica, o cão e o gato são objecto de consulta veterinária frequente pelos efeitos alérgicos que a processionária neles provoca.
 
O ciclo de vida da processionária

Ciclo de vida da Thaumetopoea pityocampa
 
O seu ciclo de vida compreende diversas fases ao logo de todo o ano, algumas delas inofensivas para os seres acabados de referir. A lagarta propriamente dita eclode dos ovos depositados nas copas dos pinheiros em meados de Setembro. A partir daqui vai sofrer uma evolução constante até ao estádio em que, pela sua constituição anatómica e fisiológica, é capaz de desencadear reacções alérgicas em muitos dos seres vivos que com ela contactam. Toda esta evolução ocorre em cinco fases, sendo a partir da terceira (em meados de Novembro) que lagartas provenientes de diversas posturas constroem o seu ninho de resistência capaz de enfrentar o frio do Inverno que se avizinha
 

Ninho de processionária na copa do hospedeiro
 
É então que, desde meados de Fevereiro até fins de Maio (com oscilações provocadas pelas condições climatéricas), as lagartas descem das copas das árvores hospedeiras até ao solo, em procissão (daí o nome comum de processionária) normalmente liderada por uma fêmea.
Nesta altura, a processionária tem o corpo dividido em pequenos segmentos, cada um dos quais com milhares de pêlos urticantes de coloração alaranjada que se vão libertando à medida que a larva se move. São estes pêlos que, quando em contacto com a pele, mucosas e olhos provocam a reacção alérgica tão indesejada.

Deslocação das larvas em procissão

Terminada a procissão, as lagartas dão início à fase subterrânea do seu desenvolvimento, enterrando-se a alguns centímetros de profundidade do solo. Em climas frios, estas procuram as zonas banhadas de sol enquanto que em climas quentes preferem as zonas sombrias. Aqui evoluem para o estádio de pupa ou crisálida que, desde finais de Junho até Agosto sofrem uma metamorfose originando as borboletas (insecto adulto) que acasalam entre si. As fêmeas depositam os seus ovos nas copas dos pinheiros, fechando assim o seu ciclo biológico.

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Métodos de controlo da processionária
 
Como MAIS VALE PREVENIR QUE REMEDIAR, é importante saber quais as medidas de erradicação desta praga e como fugir aos seus efeitos. O conhecimento do ciclo biológico da lagarta do pinheiro é a base das medidas profiláticas a tomar.
Durante os dois primeiros estádios larvares, antes de se formar a lagarta capaz de provocar reacções alérgicas (estádio 3), os métodos de destruição químicos são os mais eficazes. Este objectivo pode ser conseguido provocando a morte das larvas de estádio 1 e 2 ou impedindo a evolução destas últimas para o estádio 3. Seja qual for a opção, a maior preocupação é escolher o produto eficaz e de baixa toxicidade para o Homem, fauna e flora envolventes. No nosso mercado existem dois grupos de produtos que preenchem estes requisitos. São eles os compostos de diflubenzurão (inibidores do crescimento das larvas 2) e os compostos de Bacillus thuringiensis (insecticidas das lagartas 1 e 2). A aplicação de produtos químicos com recurso a meios aéreos deve ser comunicada com pelo menos oito dias de antecedência às direcções Regionais de Agricultura e Delegações Regionais de Saúde (Lei nº 10/93, de 6 de Abril).
Aquando da formação dos ninhos pelas larvas estádio 3 (meados de Novembro), a medida mais eficaz é a destruição dos mesmos sendo queimados ou esmagados no solo.
 
Na altura da procissão das lagartas (de Fevereiro a Maio), é recomendado fazer a sua destruição mecânica criando uma espécie de armadilha no tronco do pinheiro, que consiste numa cinta de plástico com cerca de 1 metro embebida em cola inodora (à base de poli-isolbutadieno). As que escaparam a este método podem ser capturadas no chão (enquanto rastejam) ou desenterradas do solo (a cerca de centímetro e meio de profundidade) com o auxílio de algum instrumento de jardinagem adequado e posteriormente esmagadas ou queimadas.
 
Qualquer um dos métodos de combate a esta praga florestal exige o máximo de cuidado por parte de quem o pratica. É indispensável o uso de luvas, vestuário apropriado para protecção de todo o corpo, máscara de protecção para nariz e boca. Há que seguir à risca as instruções de manuseamento e utilização de cada produto.
 
Pelo que ficou dito: Em zonas florestais onde a lagarta do pinheiro é hóspede, deve evitar-se o passeio ou a pastagem dos animais bem como a aproximação das crianças, principalmente na Primavera. Em caso de contacto com a processionária, o tratamento médico ou médico-veterinário é urgente! "
 
Artigo completo aqui : Naturlink
 

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Os novos tratamentos contra o cancro


 Ler aqui: Revista Notícias Magazine
por Célia Rosa Fotografia de Leonel de Castro/Global Imagens

"Individualizados, direcionados para cada tipo de tumor, mais eficazes e menos tóxicos. Com os novos tratamentos. os doentes vivem mais anos e têm melhor qualidade de vida. Na véspera do Dia Mundial da Luta contra o Cancro, que se assinala amanhã, eis as principais novidades no controlo da doença.

Médicos e investigadores estão de acordo: vamos ter mais doentes com cancro mas vamos tratá-los cada vez mais cedo e melhor, curando a doença ou mantendo-a sob controlo. A esperança está nas chamadas terapias dirigidas: medicamentos e outras substâncias que têm como alvo alterações específicas das células malignas e que agem bloqueando o seu crescimento e impedindo a disseminação do cancro.
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Prof. Sobrinho Simões (IPATIMUP)

Manuel Sobrinho Simões, médico, investigador e presidente do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (Ipatimup) também é cauteloso: «Para já, as novas abordagens destinam-se a tratar pessoas com doença avançada, em segunda e terceira linha, pois ninguém se arrisca a dizer que vai abandonar o que funciona bem e oferece excelentes resultados, como a cirurgia e a radioterapia, para passar a tratar tudo com medicamentos biológicos. Sei que funcionam muito bem nos ratinhos injetados com cancros humanos, que crescem e são muito parecidos com os nossos, mas quando se experimenta no homem não é a mesma coisa, tirando meia dúzia de exceções», afirma o professor."

«Medicamento-maravilha»

Uma dessas exceções chama-se Imatinib, é um inibidor da tirosina cinase e revolucionou o tratamento da leucemia mielóide crónica (LMC). Manuel Abecasis, hematologista e diretor da unidade de transplante de medula do IPO de Lisboa, diz que a sua descoberta «foi o avanço mais espetacular» de que tem memória. «A LMC era a doença que mais transplantávamos e, hoje, quase que desapareceu das estatísticas da transplantação. Foi possível transformar uma doença fatal após um período de quatro ou cinco anos (se não fizesse entretanto um transplante) numa doença crónica, controlada com um comprimido diário, quase sem efeitos secundários, oferendo aos doentes a possibilidade de uma vida normal, semelhante à de qualquer outra pessoa, durante muitos anos. A eficácia do Imatinib surpreendeu a maior parte dos médicos e, em pouco tempo, passou a ser usado em primeira linha no tratamento da LMC», afirma Manuel Abecasis.


O Imatinib, um medicamento da Novartis, nasceu da investigação de mecanismos moleculares da LMC (uma translocação entre os cromossomas 9 e 22, levando a um cromossoma 22 mais pequeno, o chamado cromossoma-de-filadélfia) e foi pensado e desenhado em laboratório para atuar especificamente na anomalia genética que força as células tumorais a dividirem-se sem cessar. Resultado: mudou a história natural da doença. A revista Time deu-lhe uma capa e chamou-lhe «medicamento-maravilha».

Tiro ao alvo
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O HER2, explica José Carlos Machado, investigador do Ipatimup, «é um alvo anticancro muito específico - o medicamento une-se às proteínas HER2 e impede o crescimento das células cancerígenas e ajuda o sistema imunitário a destruí-las. Como só atua nas células malignas, causa menos efeitos secundários do que os medicamentos de quimioterapia, que também afetam as células saudáveis».

Drogas que atuam exclusivamente nas células tumorais e, por isso, com menos efeitos secundários são o paradigma dos tratamentos-alvo e o Imatinib e o Trastuzumab são apenas duas das substâncias entre as várias que entretanto surgiram e que atuam diretamente nos mecanismos dos tumores. Alguns tipos de cancro, só alguns, da mama, cólon e reto, pulmão, rim, melanoma, próstata, cérebro e certas leucemias beneficiam hoje do tratamento deste tipo de medicamentos.

Remédios que fazem a diferença

Das dezenas de medicamentos dirigidos aprovados nos últimos anos, há pelo menos três que ficarão nos anais da história da oncologia.

Imatinib (Glivec, Novartis) - A molécula que revolucionou o tratamento da leucemia mieloide crónica (LMC), que era uma doença quase sempre fatal. Desde 2002 que é usado como primeira escolha e transformou a LMC numa doença que não impede uma vida longa.

Trastuzumab (Herceptin, Roche) - anticorpo monoclonal usado no tratamento de mulheres com cancro da mama HER2+. Recentemente, passou a ter indicações para uso no tratamento do cancro do estômago metastizada HER2+, mas não tem tão bons resultados.

Rituximab (MabThera, Roche) - O primeiro medicamento dirigido que foi aprovado. É um anticorpo monoclonal utilizado para tratar linfomas das células B e leucemia linfócita crónica (também é usado no tratamento da artrite reumatoide).

O PROMISSOR

Vemurafenib (Zelboraf, Roche) - Foi recentemente aprovado e é uma esperança para o tratamento de adultos com melanoma, com mutação no gene BRAF, e desde que o tumor não possa ser removido cirurgicamente ou se já estiver metastizado. O melanoma é um dos tumores mais agressivos e, em princípio, esta droga retarda ou para o desenvolvimento do tumor.
 continua

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Alguns marcos históricos


1846 - Uso da anestesia geral (vaporizador rudimentar com éter e inalador) abre portas à moderna cirurgia do cancro.
1880 (década) - Mastectomia radical (remoção de toda a mama, nódulos linfáticos e músculos do peito). Cirurgia agressiva e desfigurante para «cortar o cancro pela raiz.» A ideia de arrancar o cancro do corpo vingou e foi usada nas operações a outros órgãos.
1903 - Primeira utilização da radiação no tratamento do cancro, cinco anos depois de Marie Curie ter descoberto os raios X.
1943 - Introdução da citologia, inventada por George Papanicolaou, permitiu reduzir drasticamente a mortalidade associada ao cancro do colo do útero.
1947 - Pela primeira vez foi documentada a remissão de uma leucemia numa criança de 4 anos
1949 - A FDA aprovou a primeira droga quimioterapêutica, desenvolvida a partir do gás mostarda.
1950/60 - Estudos demonstraram que o consumo de tabaco está na origem do cancro do pulmão. Primeiras campanhas antitabágicas nos EUA.
1965 - Um novo regime de quimioterapia designada por MOPP (combinando quatro diferentes drogas) consegue curar metade dos doentes afetados com linfoma Hodgkin.
1971 - No cancro da mama inicial, a mastectomia deixou de ser tão invasiva e passou a preservar os músculos do peito.
1975-76 - Quimioterapia adjuvante (depois da cirurgia) aumenta as taxas de sucesso no tratamento do cancro da mama em fase inicial.
1977 - Um novo tratamento, combinando várias drogas, demonstra eficácia em setenta por cento dos doentes com cancro do testículo em estado avançado.
1970 (final da década) - Uso crescente da mamografia e implementação de programas de rastreio do cancro da mama. Em meados dos anos 1980, cerca de um terço das mulheres americanas com mais de 40 anos já tinham feito um exame.
1981 - FDA aprova a vacina contra o vírus da hepatite B, que provoca cancro do fígado.
1982 - Nova técnica cirúrgica (excisão mesoretal total) evita colostomias em muitos doentes com cancro coloretal.
1986 - Confirmação de que o fumo passivo pode provocar cancro. Aprovação do tamoxifeno para tratamento do cancro da mama positivo para os recetores dos estrogénios. OMS cria recomendações terapêuticas para tratamento da dor oncológica.
1990 (início) - Cirurgia laparoscópica passa a ser usada em oncologia (rim, próstata, cólon e reto). Radioterapia tridimensional (localização e imagens dos tumores e órgãos em 3D) aumenta a precisão, a segurança e a eficácia do tratamento.
1991 - Introdução de novos medicamentos que reduzem os efeitos secundários graves da quimioterapia.
970/90 - Confirma-se que a exposição prolongada ao sol aumenta o risco de desenvolver melanoma.
1997 - FDA aprova o primeiro medicamento dirigido - o Rituximab.
1990 (final da década) - Confirma-se que mulheres com mutação nos genes BRCA1 e BRCA2 têm maior risco de desenvolver cancro da mama e dos ovários e têm indicação para cirurgia profilática. Radioterapia de intensidade modulada - maior precisão e preservação dos tecidos envolventes permite.
1998 - Tamoxifeno passa a ser usado para prevenir recidivas do cancro da mama hereditário (alteração genes BRCA1 e BRCA2). Quimioterapia neoadjuvante (antes da cirurgia) reduz tamanho dos tumores e aumenta as cirurgias conservadoras da mama.
1998/2006 - Investigado e aprovado o Trastuzumab, o primeiro medicamento dirigido para tratamento de cancro da mama HER2+.
2001 - Aprovação do Imatinib, para tratamento da leucemia mieloide crónica e, com um intervalo de semanas, para tratamento do tumor GIST, um tumor gastrointestinal.
2003 - Cientistas concluíram a descodificação do genoma humano.
2003/2010 - Aprovados medicamentos-alvo para tratamento de alguns tipos de cancros do pulmão, ovário, rim, cérebro, cólon, reto, melanoma.
2004 - Aprovação do primeiro medicamento antiangiogénico, o bevacizumab.
2005 - Começa o Projeto de Genoma do Cancro.
2006 - Aprovada a vacina contra os vírus do papiloma humano, que estão na origem de setenta por cento dos tumores colo do útero
2012 - Novos medicamentos dirigidos para o cancro da mama HER2+.

Nota: Adaptado da American Society of Clinical Oncology (ASCO) - http://www.asco.org/

Extraído de http://www.dn.pt/revistas/nm/interior.aspx?content_id=3027336

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

SIDA - 1000 novos casos por ano em Portugal


OMS recomenda novos níveis de sal e potássio

Diminuir o sódio e aumentar o potássio: reduz risco de doenças cardíacas e AVC













A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomendou hoje que os adultos consumam menos de 2.000 mg de sódio e mais de 3.510 mg de potássio por dia, alertando que a maioria consome demasiado do primeiro e pouco do segundo.
As novas orientações divulgadas pela agência das Nações Unidas apontam que uma pessoa que tenha níveis elevados de sódio ou níveis reduzidos de potássio corre o risco de hipertensão arterial, o que aumenta o perigo de doenças cardíacas e acidentes vasculares cerebrais (AVC).

leia a notícia completa
31 de janeiro 2013

Faça uma alimentação saudável: COMPLETA - VARIADA - EQUILIBRADA

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Novos compostos podem inibir o crescimento dos tumores

Foto



"Projecto da Uminho, FMUP e IPB melhora o combate às metástases"

2013-01-29
CienciaHoje


Um projecto multidisciplinar que engloba três instituições de I&D (Investigação e desenvolvimento) está a desenvolver novos compostos para ensaios clínicos e posterior aplicação como fármacos antitumorais e/ou antiangiogénicos.

A investigação é coordenada por Maria João Queiroz na área da química orgânica, da Universidade do Minho (UMinho) e articulado com contributos da química computacional do Instituto Politécnico de Bragança e da biologia celular e molecular da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.

A angiogénese tumoral é o processo de vascularização que permite o fornecimento de oxigénio e nutrientes às células tumorais. A proposta deste projecto aponta para a síntese de novos compostos que inibam a angiogénese e a progressão dos tumores. Maria João Queiroz frisa que a investigação “centra-se na inibição de receptores membranares de factores de crescimento celular, de tirosina cinase, envolvidos no crescimento e diferenciação tanto de células tumorais como de células endoteliais”.

continua aqui

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Restringir a ingestão de calorias traduz-se em menos cancro

Estudo do Centro Nacional de Investigações Oncológicas espanhol está publicado na «PLOS ONE»


2013-01-29
CienciaHoje

Uma dieta com muitas calorias encurta o tamanho dos telómeros mais rapidamente

Através de uma experiência com ratinhos de laboratório, uma equipa de cientistas do Centro Nacional de Investigações Oncológicas espanhol (CNIO) conseguiu perceber em que medida a restrição calórica – ingestão de poucas calorias – é benéfica para a saúde.

Na experiência, os ratinhos foram seguidos ao longo de toda a sua vida (a partir dos três meses). Os que ingeriam menos 40 por cento de calorias tiveram menos problemas oncológicos e viveram mais tempo. Liderado por María Blasco, o estudo está publicado na «PLOS ONE».



A justificação está nos telómeros, parte do DNA que fica nos extremos dos cromossomas e que se vai encurtando a cada divisão celular. Estas estruturas estão relacionadas com o envelhecimento e com o cancro. A culpa dessa deterioração não é só o tempo mas também a digestão.
 ler aqui

Engenharia Genética








Consulte o artigo sobre Engenharia Genética na revista Quero Saber - Janeiro de 2013
 (disponível na Bibliozarco)

Doentes com SIDA testam vacina que promete a cura da doença

Medicamento começa hoje a ser testado em 48 seropositivos

SAPO Saúde
29 de janeiro de 2013  
"... O laboratório de biologia experimental do Hospital de Timone, em Marselha, prepara-se para testar em 48 seropositivos uma vacina que promete trazer a cura para a SIDA, escreve o Le Monde.
A vacina, que foi testada com sucesso em animais, é um raio de esperança para os doentes infetados com VIH. Os testes, que se seguirão à primeira dose, começam nos próximos dias.

Os doentes deverão ser injetados outras duas vezes no espaço de um ano para se aferir a dose mais indicada no combate à doença. Os primeiros resultados da vacina devem ser conhecidos nos próximos cinco meses.
A vacina contém uma molécula que ataca a proteína TAT, responsável por impedir que o sistema imunitário dos doentes se livre das células infetadas.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, em 2011, existiam 34 milhões de pessoas no mundo com o vírus VIH, ano em que se contou 2,5 milhões novos casos. Desde a sua descoberta, em 1983, o vírus causou mais de 30 milhões de mortos e calcula-se que 1,8 milhões de pessoas morrem anualmente devido ao VIH/SIDA.


Em Barcelona, outra vacina
..."
notícia completa aqui
Ler também CienciaHoje
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sábado, 26 de janeiro de 2013

" O Influenza é assim tão mauzinho? "

 Gripe: As complicações de uma doença normal


 
As SEQUELAS MAIS FREQUENTES  ver aqui

Virus Influenza

"O grande senão do vírus da gripe são precisamente as complicações que podem surgir. Na maioria das vezes, a infeção resolve-se em três a cinco dias, com paracetamol para a febre e as dores no corpo. A sensação de cansaço ou a tosse podem prolongar-se por duas ou três semanas até a maleita não ser mais do que a recordação de uns dias passados entre a cama e o sofá."

"Em alguns casos, na população mais idosa, em crianças muito pequenas, ou nas pessoas com doenças crónicas como a diabetes, insuficiência renal ou cardíaca, a gripe pode ser um caso muito sério.

"As complicações mais comuns, e que levam ao internamento, são a pneumonia ou a descompensação de patologias crónicas", nota Filipe Froes, 51 anos, pneumologista e consultor da Direção-Geral da Saúde. "Na fase final da infeção viral", continua o médico, "pode haver diminuição das defesas, o que favorece o aparecimento de outras infeções."

Medo da vacina

A encefalite (caracterizada por cefaleias, alteração do estado de consciência, desorientação, prostração) é, apesar de tudo, uma complicação mais rara, que escolhe idosos ou pessoas com o sistema imunitário muito debilitado. De acordo com um estudo sueco, a incidência de encefalite associada ao Influenza é de 0,21 por milhão de habitantes e de 1,5 por mil pacientes internados com gripe.

Ler mais: http://visao.sapo.pt/gripe-as-complicacoes-de-uma-doenca-normal=f708788#ixzz2J62gxR9r

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

A GRIPE no Gripenet

 

 

O site do Gripenet  é o maior repositório de conteúdos on-line em língua portuguesa sobre a gripe.


  
O que é a doença?

A gripe é uma infeção respiratória aguda de curta duração. É causada pelo vírus Influenza, que ao entrar no nosso organismo pelo nariz, multiplica-se, disseminando-se para a garganta e restantes vias respiratórias, incluindo os pulmões. Os primeiros sintomas da doença surgem entre 1 a 4 dias após a infeção pelo vírus– é o chamado período de incubação – e a sua severidade varia de acordo com a pessoa infetada. De facto, o vírus Influenza pode afetar qualquer pessoa; no entanto, as pessoas com idade avançada ou doenças crónicas são mais vulneráveis, apresentando sintomas mais severos e maior mortalidade.

Ao detetar o vírus da Gripe, o nosso sistema imunitário inicia um processo de defesa que vai sendo apurado enquanto atua. Este processo de defesa está associado aos sintomas da doença e, de um modo geral, resulta na eliminação do vírus em cerca de uma semana.

ler mais sobre a GRIPE

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Cancro da mama tem pelo menos 50 mutações genéticas

 DN Ciência

No cancro da mama intervêm pelo menos 50 mutações genéticas, cujo conhecimento poderá aumentar a eficácia dos tratamentos atuais, revela um estudo internacional publicado hoje na revista Nature.
Uma equipa de investigadores sequenciou o exoma - uma parte minúscula do genoma que contém a informação necessária para a produção de proteínas - de 103 tumores de doentes do México e do Vietname, bem como o genoma completo de outros 22 casos de cancro da mama, e comparou os resultados com amostras de tecidos sãos.
continua aqui

20 de junho de 2012

@Lusa

Obesidade e Cancro da mama

Obesidade pode estar relacionada com a expansão do cancro da mama


Cancro de mama é o mais comum entre as mulheres









 

 

SAPO Saúde (24 de janeiro de 2013)

Uma proteína presente nas células de gordura alia-se às células cancerígenas do cancro da mama e protege-as, contribuindo para o alastramento do tumor, conclui um estudo norte-americano.

O relatório da Universidade do Texas, concluído em outubro de 2012 e agora divulgado, corroborou a ligação entre a progressão do cancro da mama e a obesidade.

A investigação, realizada em ratinhos de laboratório, revelou que a proteína COL6, presente nas células de gordura, ... continua aqui
...
O cancro da mama é o mais comum entre as mulheres, representando quase 22% dos casos novos anualmente.

Olimpíadas Nacionais de Biologia (sénior)




1. Objetivos das Olimpíadas

1.1 Estimular o interesse dos estudantes pela disciplina de Biologia, em particular fomentando o interesse pelo ensino prático, laboratorial, desta disciplina;

1.2 Aproximar a universidade do ensino secundário, introduzindo conceitos e práticas que introduzam o estudante à realidade universitária;

1.3 Relacionar a Biologia com a realidade económica e social (ecologia, biotecnologia, conservação, etc.) promovendo uma melhor cidadania;

1.4 Promover intercâmbio de ideias e de experiências entre os estudantes, a nível nacional e internacional;

1.5 Estabelecer relações de amizade entre os jovens de diferentes países, fomentando a cooperação entre os povos.

1.6 Estimular o gosto e o prazer pelo Ensino e pela Aprendizagem da Biologia a nível do ensino secundário.


Olimpíadas Nacionais de Biologia Sénior

1ª Eliminatória: 07 de fevereiro (5ª feira), às 14:30 h, realizada nas escolas

2ª Eliminatória (semifinal):18 de abril (5ª feira) às 14:30 h, realizada nas escolas

3ª Eliminatória (final):25 de maio às 10:00 h, realizada no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa (sujeito a confirmação)


Conversas de afetos e juventudes

Os aspetos psicossociais dos testes genéticos preditivos

Palestrante: Dra Milena Paneque*1
Esta Palestra tem como objetivos:
  • Consolidar as aprendizagens realizadas em contexto da sala de aula, no âmbito da realização de posters científicos sobre a genética e o cérebro.
  • Debater a especificidade do ser humano do ponto de vista dos fatores genéticos, cerebrais e sociais.
Objectivos do PE: Promover a qualidade do sucesso
Objectivos do CA: Melhorar os resultados escolares dos alunos
Grupo/ Departamento / Outros: Filosofia
Responsáveis: Adelaide Ramos e Conceição Leal
Público Alvo: Alunos de Psicologia B:12.º 1; 12.º2; 12.º3: 12.º6; 12.º7 e outros interessados da Comunidade E
2013-01-24 às 10h (5ª feira )
Local : Auditório da ESJGZARCO
Consulte aqui

*1 - Milena Paneque
É psicóloga e profissional do aconselhamento genético há 10 anos. Acompanha a realização de testes genéticos preditivos em famílias em risco para doenças neurológicas de início tardio. A sua experiência como investigadora centra-se no impacto psicossocial que estes testes, tão antecipados ao início da doença, têm no indivíduo e na sua família. Actualmente é bolseira de pós-doutoramento do IBMC.
Tema da palestra: Aspectos psicossociais dos testes genéticos preditivos
http://ibmcinebescolas.wordpress.com/embaixadores/lista-de-embaixadores/

Concurso


quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Genoma HUmano - Decifrando o Mistério do Cancro

O Filme projetado na aula de hoje dividido em 5 partes (retirado do youtube!!!!)
 (A sugestão veio dos alunos...)

Genoma Humano - Decifrando o Mistério do Câncer .Parte 1 de 5.




Genoma Humano - Decifrando o Mistério do Câncer .Parte 2 de 5.



Genoma Humano - Decifrando o Mistério do Câncer .Parte 3 de 5.
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Genoma Humano - Decifrando o Mistério do Câncer .Parte 4 de 5.



Genoma Humano - Decifrando o Mistério do Câncer .Parte 5 de 5.


Para saber mais:

Consulta oncogenética (relatório)
... Cerca de uma em cada oito mulheres desenvolve cancro da mama ao longo da sua vida. Na sua maioria são esporádicos e multifactoriais, sendo só cerca de 5% hereditários (erro num gene predisponente ler mais ).


Sobre o cancro neste blog



e sobre  genes
http://osmeusgeneseeu.blogspot.pt/2009/03/viagem-aos-meus-genes_01.html




 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Dia Nacional do Abraço


O abraço melhora a memória e o bem-estar físico

Efeitos positivos são causados pela secreção da oxitocina

Dar um abraço a alguém que se conhece pode reduzir o stress, o medo, a ansiedade, a tensão arterial e até melhorar a memória, garante Jürgen Sandkühler, especialista do Centro de Investigação Cerebral da Universidade Médica de Viena, na Áustria, a propósito do Dia Nacional do Abraço que se celebra esta segunda-feira em vários países.

Os efeitos positivos são causados pela secreção da oxitocina - a chamada "hormona do amor" - produzida pela glândula pituitária (Hipófise), situada no cérebro, e conhecida por aumentar os laços entre as pessoas, nomeadamente entre pais e filhos e entre casais.
continua aqui...
A escolha do dia 21 de janeiro deve-se ao facto de a data estar exatamente entre o Natal e o dia de São Valentim. Acredita-se que neste período durante o qual as pessoas tendem a estar mais emocionais.

SAPO Saúde _ 21 de janeiro de 2013

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Parasita Schistosome haematobium associado a cancro da bexiga

Portugueses descobrem mecanismo que leva a cancro da bexiga por infecção parasitária


Estudo permite detectar precocemente doença

2013-01-17
CienciaHoje
 
http://biologiaconcursos.blogspot.pt/2010/05/esquistossomose.html#!/2010/05/esquistossomose.html
Parasita S. haematobium associado a cancro da bexiga
 
Uma equipa do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, no Porto, descobriu o mecanismo que explica a razão que leva a Schistosomose (esquistossomose) ou bilharzíase – uma das mais graves infecções parasitárias do mundo – a causar o cancro da bexiga.
A Schistosomose (Platelminta) infecta 200 milhões de pessoas em 75 países e mata meio milhão por ano, provocando doenças urogenitais severas e cancro da bexiga, mas as razões que levavam a desencadear estes problemas ainda não eram claras. O cancro da bexiga é a doença tumoral mais comum nos países onde o parasita Schistosoma haematobium é endémico. ler mais

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Notícia desconcertante!

Pão consumido em Portugal é seguro, apesar de ter substâncias possivelmente carcinogénicas
http://nutridoc.inforportal.net/saiba-mais-sobre-o-pao



    A conclusão é de um estudo da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra

2013-01-15
CienciaHoje
Por Sara Pelicano

A ocratoxina A, uma micotoxina, ou seja, uma substância tóxica produzida por fungos, está presente no pão consumido em Portugal mas não representa um perigo para a saúde pública. A conclusão é retirada de um estudo elaborado por quatro investigadores da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra (FFUC) .

“As micotoxinas são metabolitos secundários produzidos por fungos e estão presentes numa grande diversidade de alimentos. Estas têm propriedades hepatotóxicas, nefrotóxicas, e segundo a Agência de Pesquisa Contra o Cancro estão classificadas no grupo 2B, o que significa que é um carcinogéneo possível para o homem”, pormenoriza a responsável pelo estudo, Celeste Lino. ler mais


Consultar também:
ASAE - Segurança Alimentar (Riscos Químicos) aqui: http://www.asae.pt/aaaDefault.aspx?f=1&back=1&codigono=596059636142AAAAAAAAAAAA

Concurso Saber Porquê

Mundo na escola

 

Resposta à pergunta de Dezembro

Misturar todas as cores dá branco ou preto?
Quando falamos de cor, falamos de um objeto, da luz que ilumina esse objeto e de quem vê o objeto. Só considerando estes três elementos podemos perceber se misturar todas as cores dá branco ou dá preto. E é isso que nos explica João Carlos Lima da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.



Para o mês de Janeiro mais dois desafios… Ler Mais

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

"Respira Livremente, defende os teus Pulmões"

Decorre de 31 de janeiro a 2 de maio o prazo para inscrição e entrega dos trabalhos para o concurso "Respira Livremente, defende os teus Pulmões".
A iniciativa, organizada pela Fundação Portuguesa do Pulmão, decorre ´nos estabelecimentos de Ensino Básico e Secundário, públicos ou privados, a nível nacional, com o objetivo de sensibilizar a comunidade estudantil do 1.° ao 12.° ano para a importância de defender a qualidade do ar que respiramos e combater o tabagismo, na promoção da saúde para todos.

Os trabalhos concorrentes devem subordinar-se ao tema "Defesa da Qualidade do Ar que respiramos e Combate ao Tabagismo".  Podem estar incluídos nas categorias Artes, Multimédia ou Literatura.
Os resultados do concurso são comunicados entre 20 e 25 de maio; a entrega dos prémios realiza-se a 1 de junho.
Para mais informações, incluindo a consulta do regulamento, aceder ao sítio Direção de Serviços Região Centro - DGEstE.
Para outras informações, aceder ao sítio Fundação Portuguesa do Pulmão.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Olimpíadas de Biotecnologia


As inscrições deverão ser realizadas, até ao dia 18 de Janeiro de 2013.
 (Claro que o acento não está no lugar correto!)

http://www.esb.ucp.pt/olimpiadasbio/