Abril 2009 - Portugal é o país da Europa que mais come arroz, per capita. Este cereal representa um pilar central na nossa alimentação e cultura gastronómica. E até agora não havia arroz geneticamente modificado em circulação na União Europeia. Mas a paz acabou. Neste momento a Bayer, uma multinacional alemã, pretende importar para toda a União Europeia uma variedade de arroz geneticamente modificado, para consumo humano... ler aqui
domingo, 10 de maio de 2009
ARROZ - ALGUÉM O QUER COMER TRANSGÉNICO?
Abril 2009 - Portugal é o país da Europa que mais come arroz, per capita. Este cereal representa um pilar central na nossa alimentação e cultura gastronómica. E até agora não havia arroz geneticamente modificado em circulação na União Europeia. Mas a paz acabou. Neste momento a Bayer, uma multinacional alemã, pretende importar para toda a União Europeia uma variedade de arroz geneticamente modificado, para consumo humano... ler aqui
OGM_Organismos Geneticamente Modificados_"Prós e Contras"
Os avanços da genética são imparáveis. A utilização de organismos geneticamente modificados na alimentação é já uma realidade, embora muito esteja ainda por saber. Saiba o que são e qual a sua perigosidade para a saúde e para o ambiente.
...
Os argumentos a favor
Um dos argumentos mais nobres usado pelos defensores dos OGM é a necessidade cada vez maior de alimento para uma população em crescimento. Em algumas regiões do planeta, as alterações climatéricas e/ou as situações de conflito, têm prejudicado as colheitas agrícolas. A obtenção de cultivares mais robustas, adaptadas a condições mais adversas (falta de água e de nutrientes), só poderá ser benéfica para estas populações. Também a resistência a certos herbicidas, necessários para combater pragas, seria uma condição vantajosa. A selecção de determinadas variedades melhoradas de cereais tem sido orientada neste sentido. Os OGM prometem uma maior produção e espécies mais resistentes. Com o uso de menos fertilizantes e pesticidas o ambiente sairá beneficiado.
Argumentos contra
Os seus detractores argumentam, no entanto, que não só os OGM não vão permitir aumentar a produção agrícola, como a sua resistência aos herbicidas vai generalizar o uso massivo destes ao longo de todo o ciclo de vida da planta, aumentando os impactos negativos no ambiente e nas populações. Para além disso, os elevados investimentos em tecnologia e factores de produção, vão beneficiar os maiores agricultores, em detrimento dos mais pobres, e torná-los dependentes em relação às grandes empresas do sector, como a Monsanto, a Novartis e a Duponte. Actualmente, os agricultores que optam pela compra de sementes transgénicas na Monsanto têm que comprar os herbicidas da empresa e são obrigados anualmente à compra das sementes.Mas se é certo que as grandes empresas do ramo não vão dar as suas descobertas ao desbarato, a sua cooperação com instituições governamentais ou outras pode trazer benefícios para os países mais pobres. Outros dos receios do uso de OGM são: as implicações ao nível da composição florística do solo; as interacções com outras espécies (possibilidade das ervas daninhas tornarem-se resistentes a certos herbicidas, por transferência dos genes das plantas transgénicas); a passagem dos genes através da cadeia alimentar para outras espécies, com consequências imprevisíveis; a persistência das toxinas no solo; o perigo de contaminação dos lençóis freáticos; o risco de desenvolvimento de novas viroses em plantas, por interacções com os genes modificados e o aumento do número de alimentos que provocam reacções alérgicas nos humanos.
sábado, 9 de maio de 2009
Transgénicos: Coragem ou hipocrisia?
Não porque partilhe da opinião que os transgénicos vão resolver a fome no mundo - essa é uma outra questão - mas porque a biotecnologia é uma ferramenta de extrema importância não só para a melhoria das produtividades agrícolas, introdução de culturas em áreas naturalmente adversas (falta de água, problemas de salinidade…) mas também para a melhoria da qualidade dos alimentos para animais e humanos, como a introdução de ómega 3, ácidos gordos essenciais, redução de fósforo, potencialidades que podem e devem ir ao encontro das novas e diferentes necessidades dos consumidores. No entanto, como qualquer nova tecnologia tem de ser avaliada e monitorizada à luz de critérios científicos.
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continua...
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Era bem melhor que os responsáveis políticos dos países anti-OGM e as organizações que os apoiam explicassem às suas opiniões públicas esta realidade ou então que propusessem simplesmente a proibição dessas importações.
Entretanto, não existem vencedores e vencidos. Todos perdemos e vamos seguramente pagar essa factura, mais tarde ou mais cedo. E essa pode ser a diferença entre uma nova PAC pós-2013, recentrando a Agricultura na sua nobre função de produção de alimentos, potenciando o desenvolvimento de uma Agro-Indústria sustentável, que crie emprego e riqueza para o País mas assegurando ao mesmo tempo, num Contrato com a Sociedade, a protecção da paisagem, dos recursos naturais e do Ambiente, desenvolvendo, valorizando e dignificando o Mundo Rural. Preparando de algum modo o "regresso ao campo".
Pode ser que o futuro Parlamento Europeu e uma nova Comissão tenham uma outra visão e outro "olhar" sobre um dossier de grande importância para todos nós.
Até lá, a escolha parece ser entre a Coragem e a Hipocrisia...
Lisboa, 23 de Abril de 2009
Jaime Piçarra
Engenheiro Agrónomo
http://www.agroportal.pt
Publicado em 23/04/2009
Protecção integrada
"Já todos comemos transgénicos"
Publicado: 23.03.2004
Entrevista com Margarida Silva, coordenadora do grupo de Estudos Ambientais da Universidade Católica do Porto. É também a responsável pelo tema dos transgénicos na Quercus.
- O que são exactamente os alimentos transgénicos?
São alimentos produzidos a partir de plantas que foram geneticamente modificadas em laboratório. Nessas plantas, é introduzido um gene. Assim, temos culturas transgénicas diferentes das convencionais, porque as células dessa planta têm essa informação adicional, esse gene.
- Desde quando é que são produzidos alimentos transgénicos?
Desde os anos 60, na Europa e nos EUA. Sobretudo nos Estados Unidos. As primeiras licenças de comercialização já são da década passada.
- Portugal produz alimentos transgénicos?
Já cultivou, em 1999, milho transgénico. Mas, neste momento, não. Importa, processa, distribui e vende.
- Por que é que Portugal já não produz?
Agricultura Biológica
«A Agricultura Biológica é um sistema de produção holístico, que promove e melhora a saúde do ecossistema agrícola, ao fomentar a biodiversidade, os ciclos biológicos e a actividade biológica do solo. Privilegia o uso de boas práticas de gestão da exploração agrícola, em lugar do recurso a factores de produção externos, tendo em conta que os sistemas de produção devem ser adaptados às condições regionais. Isto é conseguido, sempre que possível, através do uso de métodos culturais, biológicos e mecânicos em detrimento da utilização de materiais sintéticos.»
Codex Alimentarius Comission, FAO/WHO, 1999
A Agricultura Biológica é um modo de produção agrícola que respeita profundamente o meio ambiente e a biodiversidade.Base de dados de Qualidade e Segurança Alimentar (Qualfood)
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Greenpeace:Transgénicos
Greenpeace:" Abre os olhos e fecha a boca para os transgénicos (Brasil)
Transgénicos_alimentos diferenciados
1:32m
Debate: Introdução_2
Transgénicos alastram em Portugal
4 minutos (Prós... e contras...?)
domingo, 3 de maio de 2009
Floresta de mutantes!
Aspecto de planta de eucalipto geneticamente modificada e cultivada in vitro (fotos: Regina Quisen).
Uma espécie de eucalipto tolerante a metais pesados está prestes a ser obtida com o auxílio de técnicas de transgenia (que permitem introduzir genes de outro indivíduo no genoma de um organismo)
...ler aqui
A introdução de genes em vegetais se faz geralmente por meio de dois processos. Pode-se utilizar uma bactéria (chamada agrobactéria) com capacidade de passar os genes desejados para determinada célula. Os fragmentos de DNA são introduzidos na bactéria, que é posteriormente inoculada na planta. No processo direto, os novos genes são introduzidos com o auxílio de aparelhos. Uma espécie de pistola lança micropartículas recobertas de DNA na célula, e o gene acaba se incorporando ao genoma da planta.
Especial para Ciência Hoje On-line / PR
19/08/2005
terça-feira, 28 de abril de 2009
Micropropagação de plantas - Visita de estudo
Aqui fica um dos vídeos de registo.
Um pouco de história da ciência -
Clonagem de plantas "in vitro"
A ideia de cultivar células isoladas de plantas surgiu no início do século XX com Gottlieb Haberlandt, um ilustre botânico alemão; como uma estratégia capaz de materializar os conceitos incluidos na teoria celular proposta por Shwann e Shleider por volta 1839. Esta teoria afirma que a célula (vegetal e animal) é a unidade básica dos seres vivos, autónoma, a partir da qual é possível originar-se um organismo completo, uma vez que a célula adulta de um organismo pluricelular (célula somática) mantém o seu material genético em condições de originar um individuo idêntico ao que lhe deu origem.
A dificuldade era descobrir como transformar uma célula especializada (diferenciada), programada para a realização de funções específicas, numa célula no estádio embrionário. Uma tarefa ambiciosa para a época de Haberlandt que continua desafiadora e mal compreendida para a ciência de hoje, quase à beira da entrada no terceiro milénio.
Em 1958 F. C. Steward e colaboradores obtiveram embriões de plantas a partir de células diferenciadas (embriogénese somática), através do cultivo de células isoladas de raiz de cenoura.
Antes da obtenção de embriões somáticos de cenoura, já tinham conseguido a formação in vitro de estruturas complexas, como gemas vegetativas, raízes e plantas inteiras utilizando fragmentos (explantes) de tecidos isolados de caules, folhas e raízes.
Concluindo-se que o processo de formação de orgãos nas plantas dependia, na realidade, da razão entre as quantidades relativas de citocinina e de uma auxina (hormona vegetal), e não da presença de substâncias organogénicas específicas (calinas, rizocalinas), conforme se afirmava até aí.
Com a compreensão dos complexos mecanismos controladores do desenvolvimento das plantas como um todo, surge a chamada biotecnologia celular.
... Assim, várias têm sido as aplicações das técnicas da biotecnologia celular de plantas, tais como clonagem seguida pela cultura de células, tecidos e orgãos para fins práticos.
O termo clonagem, hoje tão utilizado no quotidiano das pessoas, significa a formação de indivíduos geneticamente idênticos a partir de células ou fragmentos de uma determinada matriz. Clone deriva etimologicamente do grego klón, que quer dizer "broto" e pressupõe a existência de um indivíduo gerador e a ocorrência de reprodução assexuada.
A técnica da clonagem in vitro de plantas, também conhecida de micropropagação, devido ao reduzido tamanho das porções de tecidos utilizadas, tem-se mostrado de enorme importância prática nas áreas agrícolas, hortículas, bem como na pesquisa em geral.
Culturas celulares
Comparativamente às células animais, as células de plantas superiores (plantas com flores) podem ser consideradas como menos diferenciadas, tendo sido esta característica interpretada como uma importante estratégia de sobrevivência para organismos imóveis. No entanto isto não significa que se possa regenerar uma planta inteira a partir de qualquer tecido, já que os potenciais de regeneração dependem do tipo de planta, orgão utilizado e do estádio de desenvolvimento deste. Orgãos jovens são mais suscetíveis à clonagem do que quando adultos, o que significa que, à medida que a especialização progride durante o desenvolvimento do orgão ou da planta, a desprogramação génica torna-se mais dificil.
Assim verifica-se que as culturas podem ser estabelecidas a partir de fragmentos de tecidos diferenciados (folhas, caules, etc...) e de tecidos meristemáticos, constituídos por células em processo de divisão e localizados , geralmente, nos ápices caulinares e radiculares em crescimento. O baixo grau de diferenciação das células, associado à maior estabilidade genética, faz dos ápices meristemáticos uma das principais fontes de explantes.
Após a necessária desisfestação das superfícies externas dos explantes estes são transferidos para os meios de cultura, uma mistura equilibrada de macro e micronutrientes (sais minerais), aminoácidos, vitaminas etc...e obviamente auxinas e citocininas em proporções adequadas às finalidades desejadas. A geleificação do meio para a sustentação das culturas é obtida através da adição do agar. Assim gemas vegetativas e mesmo florais, raízes e embriões somáticos poderão formar-se directa e indirectamente (calos) do explante. Quando as quantidades de auxinas são superiores às de citocininas há a formação de embriões e primórdios de raízes , o contrário leva à indução de gemas, estas serão transferidas para meios indutores de raízes obtendo-se assim uma planta inteira e em condições de ser transferida para a casa de vegetação. Todos os procedimentos necessários ao manusiamento das culturas são realizados sob condições assépticas, fornecidas por equipamentos especiais.
Continuar aqui ... http://www.prof2000.pt/users/amota/in_vitro.htm
domingo, 26 de abril de 2009
GRIPE SUÍNA
Especial gripe A / H1N1
Lavar as mãos ajuda na protecção contra a gripe suína
Partículas com o vírus podem resistir em mesas, telefones e outras áreas. Contacto com ponto infectado pode levar a contracção da doença.
As autoridades sanitárias de todo o mundo estão preocupadas com o surto desta nova gripe, que se suspeita que possa ter sido a causa da morte de 81 pessoas no México – além de mais cerca de mil indivíduos a apresentarem possíveis sintomas da doença.
A gripe suína já infectou, pelo menos, oito pessoas também nos Estados Unidos. Contudo, apesar dos números alarmantes, a Comissão Europeia disse, este domingo, que não foi detectado nenhum caso do vírus AH1N1 na Europa, embora na Espanha se suspeite da existência de sete casos.
Os especialistas médicos alertam que pouco se pode fazer para prevenir uma pandemia da gripe, mas dizem que medidas de senso comum podem ajudar indivíduos a protegerem-se.
A medida número 1 é lavar as mãos, dizem - uma maneira surpreendentemente eficaz para prevenir todos os tipos de doenças, incluindo a gripe comum, e a nova e misteriosa gripe suína.
«Proteja a sua tosse ou o seu espirro, lave suas mãos frequentemente», aconselhou Richard Besser, director dos Centros de Controle de Doenças e Prevenção dos EUA (CDC, na sigla em inglês).
O vírus da gripe pode espalhar-se em tosses e espirros, mas evidências crescentes mostram que pequenas partículas do vírus podem resistir em mesas, telefones e outras áreas e serem transferidas pelos dedos quando levados à boca, nariz ou olhos.
Álcool em gel e sabonetes em espuma são eficazes na destruição de vírus e bactérias.
Qualquer um com os sintomas semelhantes ao da gripe suína – ou de qualquer outra gripe -, como febre repentina, tosse ou dores musculares, deve evitar o trabalho ou o transporte público e deve realizar exames médicos.
«Distanciamento social» é outra táctica, adiantou Besser. Ou seja, ficar longe de outras pessoas que possam estar infectadas, e evitar grandes aglomerações, trabalhar e até repousar em casa se a infecção se espalhar pela comunidade.
Segundo um comunicado emitido pela Direcção Geral de Saúde (DGS), não há qualquer caso conhecido em Portugal.
A DGS recomenda a viajantes que se desloquem para regiões afectadas:
- Lavagem frequente das mãos, com água e sabão, para reduzir a probabilidade de transmissão da infecção.
- Cobrir a boca e nariz quando espirrar ou tossir, usando lenço de papel sempre que possível.
-Utilizar lenços de papel, que devem ser de uso único, depositando-os num saco de plástico que deve ser fechado e colocado no lixo após utilização.
- Limpar superfícies sujeitas a contacto manual (como maçanetas das portas) com um produto de limpeza comum.
- O cumprimento destas indicações é muito importante igualmente em crianças.
Os viajantes que regressem de áreas atingidas ou que tenham tido contacto próximo com qualquer pessoa infectada e que apresentem sintomas de gripe (febre alta de início súbito, tosse, dificuldade respiratória, dores musculares e dores de cabeça) devem permanecer em casa e ligar para a Linha Saúde 24, através do número 808 24 24 24 e seguirem as instruções que lhes forem dadas.
2009-04-27
sábado, 25 de abril de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
MINHOCAS - Vermicompostagem
Em todo ecossistema existem restos de matérias mortas de vegetais e animais. Esses materiais são, genericamente, classificados, como: detritos. Os animais que aproveitam esses detritos, são chamados detritívoros, pois conseguem digerir pedaços grandes e devolvê-los ao meio-ambiente em seus próprios dejetos. Isso torna o material mais facilmente digerível por pequenos decompositores, como fungos e bactérias, que quebram as moléculas até obterem substâncias químicas simples. Alguns dos detritívoros mais comuns são nossos velhos conhecidos, como: as minhocas, lesmas, centopéias e alguns insectos da ordem dos colêmbolos.
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A minhoca ingere terra e matéria orgânica equivalente ao seu próprio peso e digere e expele cerca de 60% do que comeu sob a forma de excrementos (húmus), em muito menos tempo que a natureza. A minhoca recicla assim restos de comida e outra matéria orgânica, produzindo um adubo orgânico muito rico em flora bacteriana (cerca de 2000 milhares de bactérias vivas e activas, por cada grama de húmus produzido) e devolvendo à terra cinco vezes e meia mais azoto, duas vezes mais cálcio, duas vezes e meia mais magnésio, sete vezes mais fósforo e onze vezes mais potássio do que contém o solo do qual se alimenta.
A importância das minhocas para a fertilização e recuperação dos solos já era reconhecida pelo filósofo Aristóteles, que definia estes seres como "arados da terra", graças à sua capacidade de escavar os terrenos mais duros. Os antigos egípcios atribuíam poderes divinos às minhocas, protegendo-as por lei. A grande fertilidade do solo do vale do Nilo deve-se não só à matéria orgânica depositada pelas enchentes do rio Nilo, como também à sua humificação pelas minhocas que ali proliferam em enormes quantidades.
...
A vermicompostagem, isto é, a compostagem realizada quase exclusivamente por minhocas, surge como opção simples de reciclar os restos de resíduos alimentares (cascas, gomos,...) e de obter húmus com excelentes propriedades. Poupam-se recursos, preserva-se o ambiente, evita-se o uso desmesurado de fertilizantes sintéticos e aproveita-se para conhecer melhor este ser vivo.
(http://www.confagri.pt/Ambiente/AreasTematicas/Solo/Documentos/doc40.htm)
... ainda acrescento:
Nome vulgar: minhoca vermelha-da-califórnia
Espécie: Eisenia fetida (Savigny, 1826)Género: Eisenia
Família: Lumbricidae
Ordem: HaplotaxidaClasse: Clitellata
Filo: Annelida
Reino: Animalia - (Organismo Eucarionte, Multicelular,Heterotrófico por ingestão e Macroconsumidor - segundo Whittaker)
http://www.institutohorus.org.br/download/fichas/Eisenia_fetida.htm
quarta-feira, 22 de abril de 2009
22 de Abril – Dia Mundial da Terra
ia Mundial da Terra, a associação Quercus identifica o que considera serem os maiores problemas de desenvolvimento sustentável que Portugal apresenta, alertando para as principais questões de fundo na área do ambiente que afectam o nosso País: sete pecados da insustentabilidade do desenvolvimento em Portugal ler mais aqui no NaturlinkNo dia do Planeta, venha morar no Condomínio da Terra
... dia 22 de Abril, celebra-se o Dia Mundial da Terra. Momento oportuno para divulgar o projecto global Condomínio da Terra, uma iniciativa da Quercus que busca a adesão geral e consciente de todos. Este projecto pretende assim mobilizar os cidadãos do mundo para que subscrevam a «Declaração de Gaia» - recentemente apresentada - e se comprometam com os princípios e práticas nela propostos. Organizar a vizinhança global e tratar das partes comuns do planeta é objectivo central do Condomínio da Terra.
Veja ainda Criar Bosques em :http://www.condominiodaterra.org/criarbosques/
segunda-feira, 20 de abril de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
Agricultura: É "obrigatório" duplicar produção agrícola até 2050 - FIDA
19 de Abril de 2009, 16:19
Lisboa, 19 Abr (Lusa) - O presidente do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) defendeu hoje que é "obrigatório" duplicar a produção agrícola até 2050 para garantir a segurança alimentar no mundo."É obrigatória duplicar a produção agrícola, a população mundial tem crescido tremendamente" disse Kanayo Nwanze, numa conferência de imprensa à margem da reunião dos ministros da Agricultura do G8, a decorrer no nordeste da Itália.
"Esperamos que os países do G8 e os países em desenvolvimento" presentes na reunião aprovem "um plano de acção concreto e não uma nova declaração", tendo em conta que se está a assistir a "uma verdadeira reviravolta" e a agricultura "é a chave para o crescimento económico dos países em desenvolvimento" e a "segurança alimentar um elemento-chave para a segurança internacional", sublinhou o presidente da agência das Nações Unidas.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
VISITA DE ESTUDO_ESB - U.Católica
Juntamo-nos na paragem do autocarro da Escola às 8:35 h.
Podem consultar: http://www.esb.ucp.pt/semana/


