sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Divulgação_Acção de formação

Pesquisar e divulgar - Características Hereditárias Humanas

Características hereditárias humanas (P.Editora - 9ºano)

Proposta de trabalho:

PESQUISAR E DIVULGAR

É possível, na comparação entre dois indivíduos, descobrir grande diversidade de fenótipos nas diferentes características morfológicas.
O aparecimento de um fenótipo em particular é determinado pela presença de um par de alelos específicos.
Para algumas das nossas características morfológicas, são comuns os fenótipos:

• nariz aquilino/nariz curvado para cima;

• covinhas na face/ausência de covinhas na face;

• face oval/face quadrada;

• sobrancelhas separadas/sobrancelhas unidas;

• pestanas longas/pestanas curtas;

• olhos amendoados/olhos arredondados;

• lóbulo da orelha solto/lóbulo da orelha preso;

• queixo com covinha/queixo sem covinha;

• sobrancelhas largas/sobrancelhas finas;…

1- Escolha algumas destas ou  de outras características e verifique na sua família a frequência com que se manifestam os diferentes fenótipos.


2- Fotografe (se o desejar ou se for possível e os familiares o permitirem) as formas alternativas (fenótipos) de uma determinada característica (um pormenor).

3- Informe-se junto dos seus familiares para saber como se manifesta essa característica que pretende estudar. Nos indivíduos que não sabe coloque uma interrogação (?).

4- Organize toda esta informação numa árvore genealógica onde deve incluir-se utilizando o seu nome. Poderá ampliar a sua árvore se recorrer a informaçõesde pessoas mais idosas.

5 - Escreva o genótipo possível dos vários elementos da família relativamente a essa característica.

6- Tente explicar como essa característica se transmitiu.
7- Envie  por e-mail à professora os resultados obtidos da pesquisa efectuada,  e,  oportunamente apresente à turma o seu trabalho.
 
Para saber mais informe-se aqui:
http://wapedia.mobi/pt/Gen%C3%A9tica_humana#4/

BOM TRABALHO!

XVI_Olimpíadas do Ambiente


mais informações aqui

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

As moscas estão VIVAS!

Não sei se o acasalamento está a ser bem sucedido, mas os progenitores que introduzimos no turno B,  como podem verificar ( e a vossa colega A.R. pode comprovar!), hoje à tarde estavam de boa saúde.
video

Progenitores seleccionados para os cruzamentos parentais entre indivíduos de Drosophila melanogaster selvagem (olhos vermelhos  e white (olhos brancos).
Na próxima 6ª feira, na aula prática, vamos retirar os progenitores.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Características Sexuais Secundárias de um macho de olhos brancos (White)



Macho de Drosophila  (olhos brancos - White)
 

Aula Prática: Drosophila melanogaster (mutantes)


macho e fêmea de olhos brancos (White)





Aula Prática: Identificação de machos e fêmeas de Drosophila


Drosophila melanogaster (selvagem)




quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Projecto Descobrir a Ciência - "aprender mais sobre..."


Gene do sono finalmente identificado

O ABCC9 é o primeiro a ser detectado na população em geral

2010-11-11
CienciaHoje

Muitos de nós sentem-se como ‘zombies’ sem oito horas de sono, enquanto outros ficam perfeitamente bem e recuperados do cansaço com menos. Agora, os geneticistas parecem ter descoberto, na população em geral, o gene que influencia a quantidade de sono de que necessitamos.
Em parte, este estudo também interessa aos biólogos por variar segundo diferentes factores, como o peso, que pode fazer com que determinadas pessoas tenham uma maior inclinação para desenvolver diabetes e doenças cardíacas. Além disso, quanto maior for a massa corporal de um indivíduo, menos este precisa de dormir.

Na tentativa de encontrar o gene do sono, uma equipa europeia estudou as populações de sete países, desde a Estónia até Itália, com 4260 voluntários. Cada um dos participantes preencheu um questionário relativo a hábitos de sono e deu uma amostra de DNA – que posteriormente foi varrido por milhares de marcadores genéticos, para conseguir identificar aquele que seria mais comum nas pessoas que dormem mais.
A duração do período de descanso nocturno parece estar fortemente relacionado com um dos marcadores no gene ABCC9. Quando lhes é permitido dormir o quanto quiserem, os que têm duas cópias da versão deste marcador dormem seis por cento menos do que os que têm a outra versão, segundo o estudo apresentado esta semana, por investigadores da Universidade de Munique (Alemanha), na reunião anual da Sociedade Americana de Genética Humana, em Washington, D.C.

O gene ABCC9 codifica uma proteína chamaram SUR2 que é parte de um canal de potássio, uma estrutura que canaliza iões de potássio para dentro e fora das células.
Os investigadores fizeram uma experiência em duas espécies de moscas da fruta e quando modificaram a expressão do gene, estas dormiram significativamente menos, comparando com os grupos de controlo, refere o estudo.
Entretanto, um novo gene, Dec2, foi igualmente identificado e relacionado com a duração do sono, mas encontrado apenas nalgumas pessoas. O ABCC9 é o primeiro que estabelece uma forte relação com o tempo de sono e que é detectado na população em geral.

Estudo revela novo gene ligado à dor

Descoberta pode levar ao desenvolvimento de novos analgésicos e identificação de factores de risco para dores crónicas

2010-11-11
CienciaHoje

Numa investigação internacional que envolveu o Instituto de Biotecnologia Molecular da Academia Austríaca de Ciências, a Harvard Medical School e o Hospital Infantil de Boston são revelados novos genes implicados na dor. O artigo está publicado na «Cell».

O investigador Josef Penninger explica que nas experiências foram encontrados muitos genes que anteriormente nunca tinham sido implicados neste processo. Um desses em particular, o α2δ3 (alfa2delta3), tem uma longa história evolutiva, evidenciada pelo facto de que desempenha um papel na sensação de dor na mosca da fruta, nos ratos e nas pessoas. Pelo menos no rato, este gene está também ligado à condição conhecida nos humanos como sinestesia, em que um determinado sentido é percepcionado por outro.

Esta descoberta, explica Clifford Woolf, da Harvard Medical School, reforça a importância da dor como um mecanismo de protecção. Outra descoberta importante é que este gene actua no cérebro e não no sistema nervoso periférico, como acontece com a maioria dos genes associados à dor.

Nas experiências, os investigadores utilizaram um método chamado RNA interferente para desactivar genes em moscas da fruta e testar a sua resposta quando expostas a um calor muito nocivo (que as mataria se não se afastassem). Revelaram-se assim centenas de genes com um papel potencialmente importante no sentido da reacção à dor induzida por calor.

A equipa focou a sua atenção no gene α2δ3 (alfa2delta3). Não se conhecia até agora nenhuma relação deste com a dor. Mas era importante porque estava relacionado com outro gene que é alvo de medicamentos analgésicos.

A falta de actividade deste tornou tanto as moscas como os ratos menos sensíveis a este tipo de dor. Nos ratos, os investigadores foram capazes de rastrear onde o α2δ3 estava a agir e constataram que a sua actividade acontecia principalmente no cérebro e não nas terminações nervosas que são imediatamente responsáveis pela detecção de calor.
Foi já detectada uma variante deste gene em humanos que está associada à falta de sensibilidade ao calor e à dor crónica das costas.
A compreensão da base genética da dor pode levar ao desenvolvimento de novos analgésicos, bem como à identificação de factores de risco para dores crónicas. Pode também melhorar a tomada de decisões sobre a adequação do tratamento cirúrgico para pacientes diferentes, explica Clifford Woolf.

"Semana da cultura científica" no CMIA de Matosinhos


17NOV21h
Ciclo Café Ciência

Aquacultura em Portugal: Novas Espécies em Aquacultura, situação actual e perspectivas

Palestra com Doutor Rodrigo Ozório

http://www.cmia-matosinhos.net/




quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Homenagem ao professor que me iniciou na Biologia Molecular (Coimbra-1971-1976)

Arsélio Pato de Carvalho é «Seed of Science - Carreira» 2011

Aos 76 anos dirige o Instituto de Educação e Cidadania na Mamarrosa, Bairrada


2010-11-10
Cienciahoje
Por Jorge Massada

Arsélio Pato de Carvalho, o primeiro português a licenciar-se em Bioquímica, foi escolhido pela Direcção de Ciência Hoje para receber o prémio «Seed of Science» 2011 na categoria «Carreira». Começou por negar merecê-lo para acabar a dizer: «É uma honra!».
Nome incontornável da comunidade científica nacional e internacional, Pato de Carvalho, nascido em 1 de Agosto de 1934, foi para os Estados Unidos com 16 anos, regressando 18 depois a Coimbra, para onde trouxe o conceito de ensino de pós-graduação.

Licenciou-se na Universidade da California, em Berkeley, onde também se doutorou em Fisiologia Celular.

A sua obra científica, espalhada em mais de duas centenas de artigos publicados, centra-se no campo da Fisiologia Celular e na Neurobiologia. Pertenceu a várias comissões consultivas e de avaliação do governo e da Fundação Gulbenkian.
É Presidente Honorário do Centro de Neurociências e Biologia Celular de Coimbra (CNC), um dos primeiros quatro laboratórios associados portugueses.

Já reformado, criou o «Instituto de Educação e Cidadania» na Mamarrosa, onde nasceu. Foi um regresso a casa, muito anos depois. “Quando voltei, continuei a ver as mesmas pessoas, no mesmo café, e estão, provavelmente, a falar sobre os mesmos assuntos”, diz num excelente artigo publicado pelo Ciência Hoje em 7 de Julho passado.

Foi descoberto o gene da generosidade

Pessoas com a variante COMT-Val são mais dadas a actos de bondade
CienciaHoje
2010-11-08
 
Gosta de fazer bem a outras pessoas? Nesse caso, o gene da generosidade pode ser o responsável por essa vontade. Um grupo de investigadores da Universidade de Bonn (Alemanha), dirigido pelo catedrático de psicologia Martin Reuter, acredita ter descoberto o gene da generosidade, após ter feito um estudo com cem estudantes – os resultados foram publicados no «Journal Social Cognitive & Affective Neuroscience».

...
Para o teste de DNA, os cientistas centraram-se no gene chamado COMT, que contém as informações para a criação de uma enzima que desactiva determinadas substâncias no cérebro, entre elas a dopamina. Há já 15 anos que se sabe que existem duas variantes distintas do gene COMT: o COMT val e o COMT met, que estão distribuídos de forma bastante equitativa entre a população humana.
Nas pessoas com a primeira variante, a enzima trabalha de forma quatro vezes mais efectiva, de modo que a dopamina é tornada inactiva de forma muito mais rápida. O estudo da Universidade de Bonn demonstrou que isto tem efeitos no comportamento e as pessoas que participaram no teste e que tinham a variante COMT val doaram o dobro da quantidade daqueles que tinham a variante met.
... ler notícia completa

Investigadores transformam pele em células sanguíneas

Ciência ou Ficção?!

Estudo diz antever um futuro em que bancos de sangue não sejam precisos
CienciaHoje
2010-11-08
Investigadores especializados em células estaminais descobriram um novo método de fabricar sangue a partir de pele humana, que pode ser aplicado no tratamento de cancros, revela um estudo canadiano publicado, recentemente, na revista «Nature». Este método consegue transformar células sanguíneas com o mesmo perfil genético sem precisar de usar células estaminais embrionárias, indica a investigação.


O facto de não recorrer a processos complexos e eticamente controversos permite uma utilização mais simples, segundo os investigadores responsáveis pela descoberta. "Pensamos que no futuro poderemos criar sangue de uma maneira bem mais eficaz", frisou Mick Bathia, autor do estudo e investigador do Instituto McMaster da Escola de Medicina Michael G. DeGroote, em Hamilton, na província de Ontário.
Bathia revela que será possível congelar e armazenar diferentes tipos de sangue. Segundo a previsão desta equipa de investigadores, esta técnica poderá estar pronta para ser testada em seres humanos dentro de dois anos e levanta a possibilidade de personalizar a produção de sangue para cada paciente, pela primeira vez.


O procedimento consiste em retirar um pedacinho de pele (alguns centímetros apenas) – o que irá exigir um ponto no máximo para fechar –, extraindo fibroblastos (células abundantes que compõe o tecido conjuntivo e dão flexibilidade a pele) que são posteriormente submergidos em factores de crescimento.

A seguir, adicionando uma única proteína que liga o DNA que actua como um interruptor (liga/desliga), os cientistas ligaram e desligaram aproximadamente dois mil genes e reprogramaram as células da pele para as diferenciar ou estruturar em um milhão de ‘progenitores’ – células que produzem o sangue.

Todos os tipos de cancro
Os pacientes que mais podem beneficiar são aqueles que sofrem de leucemia, cujo sangue sofre mudanças genéticas (tornando-se canceroso) e que frequentemente necessitam de transplante de medula óssea, ou ainda outros com linfomas, tal como a doença do Hodgkin.

O procedimento não será limitado a leucemias, explicou também Bhatia. Doses pesadas de quimioterapia para tumores sólidos, tal como cancros da mama, do pulmão ou próstata, não destrói unicamente as células de cancro, mas “também interfere com o sistema sanguíneo”. “Se existir uma fonte alternativa de sangue, adicional à quimioterapia, esta pode até ser realizada em doses mais elevadas e aumentando a possibilidade de aniquilar o tumor, permanentemente”, sustentou igualmente o autor do estudo.


A perspectiva de fazer uma transfusão num paciente com sangue proveniente da sua própria pele deixa antever um futuro em que já não seja preciso recorrer a bancos de sangue. Em relação à utilização de células embrionárias, este método tem ainda a vantagem de não apresentar tanto risco de desenvolvimento de tumores. Contudo, o Instituto Nacional de Sangue Canadiano alerta que ainda não existe um substituto para o sangue humano e que os dadores continuam a ser precisos, tanto quanto antes.
 
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=45944&op=all

Reforçada a protecção do lince-ibérico


Na Península Ibérica existem entre 84 e 143 linces ibéricos adultos


Pintura - J.Prata

«Estradas de Portugal» reforça protecção do lince-ibérico - Empresa envolvida em vários projectos ambientais

2010-11-08

Por Carla Sofia Flores


A Associação para a Conservação do Lince-ibérico e desenvolvimento dos seus territórios (IBERLINX) conta agora com a parceria da Estradas de Portugal (EP), que pretende “contribuir para a reintrodução e conservação do lince ibérico e dos territórios onde se incluem os seus habitats e populações”, explicou ao Ciência Hoje Ana Cristina Martins, directora do Gabinete de Ambiente da empresa.
Segundo esta responsável, a integração da EP na IBERLINX vai dar azo ao desenvolvimento de medidas que contribuam para a minimização da probabilidade de atropelamento de linces nas estradas e do efeito-barreira causado por estas infra-estruturas.
continua...
CienciaHoje


segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Nova técnica triplica eficácia da fertilização in vitro

Método ainda está em fase de testes


2010-11-08
CienciaHoje

Técnica promete revolucionar a fertilização in vitro
Investigadores britânicos estão a desenvolver uma nova técnica de fertilização in vitro, ainda em fase de testes, que poderá triplicar as hipóteses de uma mulher conseguir engravidar após inseminação artificial, diminuindo também “drasticamente” o número de abortos espontâneos no início da gestação.

Actualmente, aos 40 anos, uma mulher têm dez por cento de probabilidade de engravidar a cada ciclo de fertilização in vitro. Através desta técnica em desenvolvimento, as hipóteses ascenderiam aos 30 por cento, enquanto em mulheres de 30 anos passariam de 30 a 40 por cento para entre 70 e 80 por cento.

Esta técnica permite aos médicos testarem o embrião por alterações nos cromossomas, responsáveis por 70 por cento dos abortos espontâneos nos primeiros três meses de gestação. Assim, o embrião mais “saudável” é escolhido antes da implantação, diminuindo os riscos de complicações.
Até ao momento, o novo procedimento foi testado em três mulheres entre os 35 e os 40 anos, que deverão dar à luz no final de Dezembro.

Simon Fishel, coordenador do projecto, acredita que esta técnica representa “um incrível avanço que, em breve, fará uma grande diferença na vida de milhares de mulheres”.


No processo de fertilização in vitro, o embrião chega a um estado em que é denominado por blastocisto, no quinto dia de existência, em que costuma ser implantado no útero. Nesta fase, o embrião é constituído por duas partes. Uma delas é formada pelas células que vão dar origem ao bebé e a outra são as células que se vão tornar em placenta. Agora, com a nova técnica, é possível fazer uma “pequena biopsia” das células da placenta sem se afectar as do feto.

Nesta análise, diz Fishel, é possível ver todos os cromossomas antes da transferência do embrião para o útero, pelo que o seu implante torna-se menos arriscado e mais eficiente. “Acredito que haverá uma revolução na fertilização in vitro nos próximos 12 meses”, conclui o médico.

domingo, 7 de novembro de 2010

Variação em proteína pode provocar a imunidade natural ao HIV

2010-11-05
Uma pequena proteína poderá ser a chave dos casos raros de imunidade natural ao vírus da sida, permitindo às pessoas que a tenham combater a infecção sem tratamento. Este estudo, levado a cabo pelo Instituto Ragon (parceria entre o Massachusetts General Hospital, o MIT e a Universidade de Harvard), de Boston (EUA), está agora publicado na revista «Science».
Os cientistas descobriram que variações em cinco aminoácidos numa proteína chamada HLA-B estavam ligadas à imunidade natural ao HIV. “Entre os três mil milhões de nucléotidos – componentes elementares do ADN – que se encontram no genoma humano, apenas um punhado faz a diferença entre as pessoas que podem ficar de boa saúde sem tratamento, apesar de uma infecção com o HIV”, afirmou Bruce Walker, co-autor do estudo e director do Instituto Ragon.

Para identificar as diferenças genéticas que poderão conferir a imunidade rara, a equipa internacional de investigadores recrutou 3500 pessoas em diferentes clínicas do mundo, das quais 2500 sofriam de uma infecção progressiva do vírus da sida.
Recorrendo ao vasto estudo comparativo dos genomas, que testa as variações genéticas em um milhão de pontos do genoma humano, os cientistas identificaram aproximadamente 300 sítios estatisticamente ligados ao controlo imunitário do HIV. Estes sítios estão todos na região do cromossoma 6, que codifica as proteínas HLA.

Sem recorrer à sequência completa desta região do genoma, os autores do estudo desenvolveram uma técnica que permitiu isolar os aminoácidos, que têm um papel-chave no controlo viral.

Artigo: The Major Genetic Determinants of HIV-1 Control Affect HLA Class I Peptide Presentation