sexta-feira, 29 de abril de 2011

Transgénicos_O que são? Para que servem? Onde é que estão? Quais os riscos?

Transgénicos_Para que servem?
video

 
Onde é que estão?
video


Quais os riscos?
video


Progresso ou precaução?
video




Com os nossos agradecimentos à Drª Margarida Silva - Professora da ESB_UCP


Plantas e algas divertidas - Micropropagação

Tecido caloso ( "embriogénico") _ESB

Violeta africana_ESB


“Saúde... Biotecnologia... Na Católica!

12º2 da Zarco na ESB_UCP

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Mostra Pedagógica na Zarco - Grupo 520 (Biologia e Geologia)




video
Observação ao M.O. de movimentos de ciclose em células de folhas de Elodea 

terça-feira, 26 de abril de 2011

26 de Abril: Dia da Produção Nacional

Na última sessão desta legislatura a Assembleia da República decidiu instituir 26 de Abril como o Dia da Produção Nacional , procurando valorizar e potenciar os produtos portugueses.

“O Dia da Produção Nacional contribuirá para sensibilizar a opinião pública para a importância social e económica da produção nacional, e para a sua afirmação nos mercados externos, tornando-a mais competitiva”.

A AEP (Associação Empresarial de Portugal) frisa, a propósito, importância deste tipo de iniciativas, designadamente campanhas como "Compro o que é nosso", uma marca distintiva do que é produzido em Portugal, na certeza de contribuem como "um marco de confiança e de esperança para todo o país".

Ver Programa da "Sociedade civil RTP2"

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Alimentar Portugal


Biosfera 306
2011-03-01
Alimentar Portugal

O mundo assiste a uma escalada de preços dos bens alimentares. Será Portugal capaz de oferecer alguma resistência através da agricultura? O país perdeu meio milhão de hectares de terrenos agrícolas nos últimos dez anos, o que revela a evidente falta de interesse no sector primário. Sem produção de alimentos, qual será o futuro de Portugal?
http://www.faroldeideias.com/arquivo_farol/index.php?programa=Biosfera&id=1046 (ver os primeiros 30 minutos do filme )

O planeta agradece - Agricultura biológica

Zeca Afonso - sempre actual

sábado, 23 de abril de 2011

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Dia da TERRA




outros filmes aqui

Conservação de alimentos

UMinho premiada por conservação alternativa da castanha


2011-04-20
CienciaHoje

... O trabalho defende que as castanhas para exportação podem ser esterilizadas por irradiação, através de feixes de electrões, em vez da habitual esterilização por água quente. A técnica já foi confirmada na União Europeia para outros alimentos. Falta testar na castanha se, além de eliminar bolores, se mantém a qualidade, o sabor e as características do fruto.

A equipa de investigação inclui o grupo de Micologia Aplicada do Centro de Engenharia Biológica e a Micoteca da UMinho, a empresa Agroaguiar, o Instituto Politécnico de Bragança e o Instituto Tecnológico e Nuclear. O projecto durará até 2013, tem apoio da Agência Portuguesa da Inovação e é financiado pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).
...
A UE proíbe desde 2010 a desinfecção da castanha por brometo de metilo, que não é nocivo para a saúde humana, mas prejudica a camada de ozono. Em alternativa, utiliza-se a esterilização por água quente, que os cientistas consideram dispendiosa, morosa e não totalmente eficaz. O método obriga à secagem cuidada do fruto, sob pena de se deteriorar durante do transporte para o estrangeiro, dificultando as remessas para países distantes.
ler mais

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Crescimento biotecnológico brasileiro

No Brasil, o ano de 2010 foi bastante positivo para a biotecnologia, com destaque para as diversas aprovações comerciais de organismos geneticamente modificados (OGM). Considerando os cultivos comerciais de soja, milho e algodão, foram oito liberações, outras três para a produção de vacinas e uma referente à levedura.
Dessa forma, o país já possui à disposição, 27 organismos GM, ligados ao setor agronômico, liberados, com destaque para uma levedura modificada destinada à produção de óleo diesel a partir de cana-de-açúcar. Dentre as culturas, a soja obteve duas aprovações, as plantas tolerantes ao glifosato de amônio e uma resistente a insetos e ao glifosato. No caso do milho, foram liberados quatro organismos GM para tolerância a insetos e a herbicidas de diferentes classes, já para o algodão, foi aprovado o transgênico resistente ao glifosato.
As perspectivas para 2011 em relação às novas aprovações são ainda maiores, para o milho e para o algodão e possivelmente para o feijão expressando resistência ao vírus do mosaico dourado. Todos esses são resultados inéditos para a biotecnologia mundial, pois trata‐se do desenvolvimento das primeiras plantas transgênicas totalmente produzidas por instituições públicas de pesquisa, nesse caso, a Embrapa Recursos Genéticos, em parceria com a Embrapa Arroz e Feijão.
De acordo com o estudo realizado pela Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem) e pela empresa de consultoria Céleres Ambiental, nos últimos 10 anos, o país economizou cerca de US$ 5,9 bilhões com o uso dos transgênicos, principalmente em água e combustível, sendo que nesse último caso houve, como consequência direta, uma redução na emissão de CO2. As perspectivas mostradas no levantamento atual revelam que até 2020 a redução nos gastos de água e combustíveis, assim como nas quantidades de defensivos agrícolas, será ainda maior.
Em termos de produção, a situação dos estoques mundiais de soja, milho e algodão exigem grande atenção, sendo que a soja apresenta um momento menos preocupante, já que seu estoque nos anos 2009/2010 manteve uma média alta (40%) em relação aos últimos 10 anos e o algodão ficou em torno dos 12%.
No momento, o quadro que causa maior preocupação é o do milho, produto largamente utilizado na alimentação humana e animal, e somado a isso, deve-se levar em consideração também o seu uso para a produção de etanol pelos EUA, que é o maior produtor do mundo. Em entrevista ao Jornal Correio do Estado, o agrônomo da Céleres, Anderson Galvão, destaca que se os Estados Unidos, que terminaram o ano com um estoque para 18 dias de consumo, tiverem problemas em sua safra, e com isso há grandes chances do mundo sofrer escassez do produto.
Na posição de segundo maior produtor de transgênicos do mundo, o Brasil, que se destaca pela produção de milho, semeou mais de 57% da sua área com essas plantas geneticamente modificadas na safra 2010/2011.

Em entrevista ao portal Ciência Hoje, o presidente da BRBiotec, Fernando Kreuds, destacou a necessidade de transformar pesquisa em produtos, unindo a academia com o empreendedorismo. Segundo Kreuds, o domínio da tecnologia para produção do bioetanol abriu as portas da biotecnologia brasileira para o mundo, mostrando todo o potencial dessa indústria. Levando em consideração todos esses fatores, fica claro que o desenvolvimento da biotecnologia, nos seus mais variados segmentos, exige uma forte base acadêmica e científica.
Entretanto, é necessário também um setor produtivo capaz de transformar a produção acadêmica e científica em bens e serviços, assim como a criação de um ambiente institucional que ofereça ao mesmo tempo segurança ao empresário inovador e a sociedade como um todo, de forma a minimizar os riscos inerentes às atividades investigativas e produtivas no campo da biotecnologia.

01/04/2011

Arlei Maturano - Equipe Biotec AHG

http://www.biotec-ahg.com.br/index.php/pt/acervo-de-materias/assuntos-diversos/717-crescimento-biotecnologico-brasileiro

Fitorremediação de estrôncio por algas


O resíduo radioativo, popularmente conhecido como lixo atômico, é constituído por partículas de elementos químicos radioativos que não têm ou deixaram de ter utilidade.
É gerado em processos de produção de energia nuclear, tanto em uso pacífico como na fabricação de armamento nuclear. Podendo ainda ser oriundo de outros usos, tais como tratamentos e diagnósticos radiológicos e pesquisa científica.

A destinação do resíduo radioativo é um dos problemas mais sérios resultantes do uso da fissão nuclear para a geração de energia elétrica. O maior perigo apresentado pelo lixo atômico é sua radioatividade, tóxica e cancerígena, mesmo em quantidades pequenas.

No caso de um acidente nuclear, ou seja, quando há um vazamento de radioatividade, as chances de que todo o ambiente no entorno da usina nuclear seja contaminado são muito grandes. Muitas dessas usinas estão localizadas próximas às regiões litorâneas o que aumenta significativamente os riscos de contaminação da água do mar.

A descontaminação desses tipos de resíduos ou do ambiente requer um esforço adicional para a separação e remoção dos radioisótopos prejudiciais, como o Sr90, por exemplo. As tentativas de utilizar as técnicas de fitorremediação têm mostrado uma baixa eficácia, principalmente quando o Sr 90 encontra-se na presença de Ca2+ e isso se deve à grande quantidade de Ca+2, Sr2 e Ba+2, em muitos organismos.

Essa dificuldade fez com que cientistas da Universidade de Northwestern e do Laboratório National de Argonne, desenvolvessem uma pesquisa com o objetivo de compreender melhor a capacidade da alga Closterium moniliferum de remover o estrôncio da água. Os resultados desse estudo foram publicados na edição do dia 28 de março da revista ChemSusChem.

Presentes em grande quantidade nas lagoas, essas algas são modelos de biomineralização do tipo Sr-Ba, nas quais os pesquisadores encontraram cristais de BaSO4 dentro de vacúolos localizados nas extremidades desses organismos, que tem forma de meia lua. A análise desses cristais mostrou a presença de traços fortes de Ba e S, mas pouco Ca.
continua aqui

Esse estudo vem abrir novos caminhos para um dos maiores problemas de contaminação ambiental. A descoberta da capacidade dessas algas em sequestrar o Sr pode representar um grande avanço no uso desses organismos no processo de fitorremediação.
08/04/2011

Arlei Maturano - Equipe Biotec AHG


quinta-feira, 7 de abril de 2011

Dia Mundial da Saúde: Combate à resistência microbiana é o tema de 2011

OMS alerta para proliferação de bactérias e outros microorganismos resistentes a medicamentos


2011-04-07
CienciaHoje

"... Para a Organização das Nações Unidas (ONU), o avanço desses microorganismos ameaça a eficácia de vários tratamentos e cirurgias, como no caso de cancro e o transplante de órgãos. Além disso, a resistência microbiana prolonga a doença das pessoas, eleva o risco de morte e torna os tratamentos mais caros. No ano passado, foram registados, pelo menos, 440 mil casos de tuberculose multirresistente e 150 mil mortes em mais de 60 países."
...

Proliferação de superbactérias

O uso indiscriminado de antibióticos é apontado como a principal causa para a proliferação de superbactérias. Desde a descoberta da penicilina, o antibiótico é a grande arma da medicina, mas o seu uso frequente fez com que as bactérias criassem mecanismos de defesa e consigam contornar o seu efeito. Estas circulam, principalmente, dentro dos hospitais. Os pacientes internados em unidades de terapia intensiva e cuja saúde esteja mais debilitada ficam mais susceptíveis à infecção.
Para a OMS, o combate passa pelo controle da prescrição de antibióticos, o desenvolvimento de novas drogas e a higienização das mãos, principalmente por parte dos profissionais de saúde. No entanto, estudos internacionais mostram que grande parte dos profissionais não segue a orientação, ou seja, não adopta o hábito de lavar as mãos com água e sabão antes e após atender um paciente ou de algum procedimento cirúrgico. O álcool em gel tem sido uma opção utilizada dentro dos hospitais.

Agrobiotecnologia



Durante o ano de 2007, e após 12 anos de utilização, foram cultivados 114,3 milhões de hectares de variedades geneticamente modificadas. Este valor representa um aumento de 12 por cento a nível mundial em relação a 2006. Segundo o relatório anual do Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações Agrobiotecnológicas (AIAAA), divulgado ontem, a área hoje cultivada com transgénicos corresponde a 8 por cento dos solos disponíveis para agricultura em todo o mundo.

Receio das plantas geneticamente modificadas é «infundado»

Livro de Jorge Canhoto desmistifica biotecnologia vegetal

2010-11-16
CienciaHoje

Explicar o que é e como é feita a clonagem de plantas e desmistificar o uso de plantas geneticamente modificadas são objectivos do livro “Biotecnologia Vegetal – da Clonagem de Plantas à Transformação Genética”, da autoria de Jorge Canhoto, investigador da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (UC).

Lançado pela Imprensa da UC, este livro de dez capítulos aborda o problema da alimentação à escala planetária, explica as técnicas de clonagem de plantas e as suas aplicações, ou seja, quais os métodos utilizados para conseguir plantas com melhores características genéticas para fins diversos. Estas plantas podem ser utilizadas para a obtenção de novos compostos químicos para as indústrias farmacêutica e cosmética, para a agricultura, entre outros.

O autor também desmistifica os medos em relação à utilização de plantas geneticamente modificadas, rebatendo os argumentos apresentados pelos opositores da tecnologia, nomeadamente os eventuais impactos na saúde, no ambiente e sócio-económicos.

Jorge Canhoto considera a manipulação genética de plantas uma tecnologia segura e assevera que “os receios são, na maioria dos casos, infundados, sem sustentação de natureza científica”. Na sua opinião, a manipulação genética de plantas é uma tecnologia actual que permite a obtenção de uma grande diversidade de características, que vão desde a possibilidade de resistência a insectos ou herbicidas até à produção de compostos químicos de interesse industrial.
continua...

Para que serve a BIOTECNOLOGIA?

OGM, Plantas transgénicas, PGM



"A controvérsia"

" Desde que começaram a ser cultivadas, as plantas gemeticamente manipuladas (PGM) geraram a nível mediático uma grande controvérsia. A liderar o campo dos mais cépticos estão as organizações ambientais, enquanto no lado oposto se encontram investigadores como Jorge Canhoto, que através do seu recém-publicado livro não quis fugir à controvérsia.
A bióloga Margarida Silva*, especialista em ciências dos alimentos, mostra-se céptica quanto à forma como as PGM são produzidas e apreensiva quanto aos perigos que podem comportar. Aliando o seu trabalho de investigadora, na Universidade Católica, com a coordenação da plataforma ecológica Transgénicos Fora, mostra-se frontal quando declara que "já existem provas científicas das consequências negativas dos OGM (no qual se incluem as PGM) para a saúde humana, nomeadamente investigações que demonstram o impacto metabólico negativo destes alimentos em animais de laboratório".
Jorge Canhoto discorda por completo, salientando que "a evidência destes últimos 15 anos mostra que os receios são infundados, pois as PGM são seguras e não colocam problemas diferentes dos colocados pela comercialização de plantas melhoradas geneticamente por outros processos". Mesmo assim, admite que "a ciência não permite garantir que um determinado problema não possa ocorrer, mas pode, com base em dados experimentais, assegurar que a probabilidade de um acontecimento se verificar é muito reduzida, e é isso que se verifica relativamente às PGM". 

Ler artigo completo in Superinteressante - Abril/2011



* autora de "Alimentos Transgénicos - Um guia para consumidores cautelosos", 2003


OGM, Plantas transgénicas, PGM


"Leite humano" produzido por vacas

Animais foram geneticamente modificados por investigadores chineses


CienciaHoje
2011-04-06

Investigadores chineses conseguiram introduzir genes humanos em 300 vacas leiteiras para que estas produzissem leite com características semelhantes às do leite humano, noticiou o jornal inglês "The Telegraph".
Vacas modificadas são da raça Holstein
O leite humano possui maior quantidade de nutrientes e pode ajudar no desenvolvimento do sistema imunitário e na redução do risco de infecções em bebés.
De acordo com o grupo de cientistas, o leite modificado pode funcionar como um substituto mais eficiente ao leite comum de vaca. "Como alimento diário, o leite de vaca é uma fonte básica de nutrição. Contudo, problemas de digestão e de absorção fazem com que não seja o alimento perfeito para o ser humano", afirmou Ning Li, investigador da China Agricultural University, responsável pelo projecto.
A equipa chinesa utilizou tecnologia de clonagem para introduzir genes humanos no DNA de vacas da raça Holstein. Em seguida, embriões geneticamente modificados foram colocados nas vacas. O leite resultante possui a enzima humana Lisozima, uma proteína antimicrobiana que protege os bebés de infecções.

Segundo Ning Li, o consumo do leite modificado é tão seguro quanto o de leite bovino comum. No entanto, uma das questões que ainda afasta o projecto do mercado consumidor são os problemas relacionados com a ética e segurança de alimentos geneticamente modificados.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Autoridades japonesas consideram transplante de células em operários de Fukushima

CienciaHoje
31-03-2011

As autoridades japonesas estão a ponderar recolher e congelar células de trabalhadores e engenheiros da central nuclear de Fukushima, no caso de estarem expostos a perigosos níveis de radiação, segundo avançou hoje o diário britânico «The Guardian».
Esta proposta é concebida como uma medida de precaução que poderá salvar a vida dos operários que se debatem por manter os reactores nucleares danificados sob controlo. Elevados níveis de radiação podem provocar doenças perigosas e até a morte, mas o estado dos pacientes pode ser tratado caso seja detectado a tempo e sejam submetidos a um transplante de células estaminais recolhidas antes da exposição.
continua...

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Alterações climáticas têm impacto “potencialmente catastrófico” para a produção alimentar – FAO


01-04-2011
As alterações climáticas têm um impacto “potencialmente catastrófico” sobre a produção alimentar futura dos países em desenvolvimento, alertou hoje (01) a Organização para a Agricultura e Alimentação (FAO) das Nações Unidas.
(Alexander Müller, director-geral adjunto da FAO)
continua
http://rtc.cv/index.php?paginas=21&id_cod=2357